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Ver Versão Completa : Plataforma com suspensão de areia



lucaz
17-12-13, 20:46
Amigos

Consegui nos últimos dias concluir, enfim, a execução do projeto de uma plataforma com suspensão de areia. Durante o Nordost Day, já havia adiantado esse plano ao Dmaumau e ao Russo, que discutiam a ideia de uma plataforma de suspensão magnética, algo bem mais complexo de realizar – e não sei se eles vão levar isso adiante:laughing7:. Já a caixa de areia não constitui nada de inédito, mas a minha tem sua, digamos, personalidade.:cool:

Para começar, utilizei um material um tanto inusitado, se não raro mesmo para fazer a caixa – compensado aeronáutico. Encontrei esse compensado depois de muita pesquisa por uma chapa que tivesse a mais alta densidade possível. Na verdade procurava o HDF, mas não o encontrei para venda no varejo. Nessa busca, descobri o Zaparolli em São Paulo, único fabricante de compensado de qualidade aeronáutica com chancela do IPT. Fui até lá e comprei.

A chapa que utilizei (na verdade um retalho vendido pelo fabricante), de 15mm de espessura, tem nada menos que 24 camadas, quase o triplo de um bom compensado naval, o que lhe garante extrema rigidez e altíssima densidade. Mas, é claro, tudo isso tem um preço bem salgado: a chapa-padrão (de apenas 1,40m x 0,70m) nos mesmos 15mm custa mais de R$ 400,00. A de 20mm custava em setembro R$ 550 (imagine fazer caixas acústicas com esse material...).:crybaby2:

Mas foi exatamente por causa do alto preço que acabei optando por recorrer à suspensão por areia – o plano inicial era fazer um sanduíche de 6 camadas desse material. Mas para isso uma plataforma de 49cm x 44cm como a que fiz exigiria duas chapas inteiras, ou seja quase R$ 900 só de madeira!x_x

Para que o acabamento externo ficasse com a aparência de chapas empilhadas, como queria, fatiei o compensado em tiras que foram coladas umas às outras para fazer as placas das laterais. Isso deu uma aparência quase de marchetaria à “caixa de areia”, como pode ser conferido nas fotos. Para os spikes consegui um verdadeiro achado do ponto de vista de design e proporções – prumos de centro da marca Cortag, que custaram menos de R$ 6,00 cada um. Para preenchimento da caixa foram necessários 12 quilos de areia (apesar de relativamente cara, comprei a que é utilizada na forração de gaiolas para canários, pois vem extremamente seca). O tampo não encosta em nenhum ponto da caixa – seu contato é apenas com a areia.

De resto, creio que as fotos são mais esclarecedoras.


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Quanto a minhas impressões, estou gostando muito do resultado sob o MBL 7008. Os graves, que mesmo usando Sort Kones estavam sobrando um pouco com a plataforma anterior (também diy), agora ficaram extremamente secos. Preciso até fazer testes específicos para ver se não passaram do ponto, mas mesmo nesse caso creio que será mais fácil ajustá-los. De qualquer forma ela ainda precisa ser avaliada por um prazo maior. ;)

Grande abraço
Lucaz

lucaz
17-12-13, 21:15
Mais algumas fotos... :OK:

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Grande abraço

Lucaz

JulioCesar
17-12-13, 21:29
No tópico do Maurício lá no outro forum , eu já havia falado que uma base em areia seria interessante .
Parabéns pela disposição em realizar a empreitada . :ok:

Guto Pereira
17-12-13, 21:32
já fiz uma experiência parecida com essa, porém era uma caixa de madeira com uma pedra de granito como base.

Tarley
17-12-13, 23:06
Lucaz, que belo trabalho e bela contribuição.^:)^
Sds

frost
18-12-13, 07:54
É uma ideia interessante para uso com equipamentos que apresentem problemas de microfonia, como toca discos vinil e amplificadores valvulados.

Posso dar uma sugestão?

Ao invés de areia, eu colocaria esses sacos de ar aqui: http://www.amazon.com/Sealed-Air-RF-1-Inflatable-Packaging/dp/B0009KBHOO.

Eles realizariam um trabalho de amortecimento das vibrações externas melhor que a areia (uma coisa bem próxima do que se obteria com a suspensão magnética, mas MUITO mais simples de construir.

luiz carlos
18-12-13, 10:37
No último Rock in Rio, um famoso DJ (acho que foi o Tiesto) utilizou sob o seu toca-discos 4 sacos de ar como esse que o Frost mencionou.

Guto Pereira
18-12-13, 10:43
Puts, quando vi o preço pensei que o saco era hi-end, mas depois me atentei que é para o pacote com 250 unidades... melhorô. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Nem sei, mas qual seria a sugestão para estabilidade do conjunto sem tirar a eficiência do produto? encher menos para acomodar melhor o formato da plataforma?

frost
18-12-13, 10:53
Basta usar como o Luiz Carlos mencionou: um saco sob cada pé do toca disco, não precisa nem da plataforma (se aguenta a vibração do som + público pulando no Rock in Rio vai funcionar às mil maravilhas em casa, onde comparativamente não há vibração). Ou então pode-se encher a plataforma de sacos.

Lembrando: não é necessário comprar esse pacote de 250 sacos: qualquer compra na amazon vem uns 2-4 sacos desses de graça, já inflados, inclusive.

luiz carlos
18-12-13, 11:10
No início dos anos 1980 o Nestor Natividade comentou a respeito de toca-discos- não havia ainda o CD player- não me lembro em que revista. O projeto dele era uma caixa de vidro com pedrinhas que se usam em aquário, com o toca-discos colocado sobre essas pedrinhas. Embaixo da caixa de vidro, sacos de ar.

luiz carlos
18-12-13, 11:11
Observando, apenas, que esse projeto do Lucaz foi muito bem feito e ficou muito bonito. Parabéns, Lucaz.

Guto Pereira
18-12-13, 11:12
Eu não usaria assim, alias nem usaria esse artificio. Até a base de areia que experimentei foi deixada de lado, pois para o meu uso, esses artifícios mostraram-se superdimensionados. Quero pousar a agulha no disco e deixar a musica rolar. apenas um toca discos que tive era problemático com ruídos, foi o Sony PS-11B. Os demais, só dando porradas no rack.

Eu acredito que sistemas mais sensíveis possam ser problemáticos com isso, e entendo a necessidade de muitos. A mesma coisa com o DJ do RR, afinal foram trocentos mil watts de potência tocando, e milhares de pessoas pulando ao redor, então a coisa pode complicar, apesar de ter certeza que as MKII suportam o tranco, se foi isso que ele usou, né?

Eu usaria de outra forma, inflando menos para acomodar melhor a base. Pois o saco mostrado é grande, mais ou menos 32 por 27.

Guto Pereira
18-12-13, 11:15
O Lucaz é fera! até hoje acho que o acabamento DIY mais lindo que já vi foi o da Sublime que ele fez, não sou baba ovo dele não, mas cacilda!

Olha que coisa linda:

http://1.bp.blogspot.com/_roA12UJMe-U/SCRkhlZsEjI/AAAAAAAAEQI/sFGygbQ8lEI/s1600/y1p8ykkZhzOyz8ESf1ne5JbjI5g2flq3B5A-782361.jpg

Dsampa
18-12-13, 13:00
A algum tempo atras pesquisei sobre a utilização dos PS1 como cd player e nesta época vi uma sugestão de plataforma que me pareceu simples e interessante. Era a utilização de uma câmara de bicicleta com uma cobertura de madeira. Se alguém já fez esta experiência era bom colocar suas impressões. http://dogbreath.de/PS1/Damping/Damping.html

lucaz
18-12-13, 13:44
Lembrando: não é necessário comprar esse pacote de 250 sacos: qualquer compra na amazon vem uns 2-4 sacos desses de graça, já inflados, inclusive.


Putz, tinha pensado que era US$ 97 cada saquinho de ar. Aí, pensei: "Deve ser inflado com ar puríssimo capturado por alpinistas audiófilos no mais alto ponto do Himalaia. Isso sim seria realmente hi end"... =))


Mas, falando sério, e que tal a possibilidade de usar várias camadas de plástico bolha? Será que teria efeito igual? :-?
Já vi projetos também que utilizam câmara de ar de bicicleta. Aí dá até para calibrar a pressão :evil6:


Grande abraço

Lucaz

lucaz
18-12-13, 13:47
E a todos, obrigado pelos elogios! ^:)^

Grande abraço
Lucaz

mmbdp
19-12-13, 00:14
Putz, tinha pensado que era US$ 97 cada saquinho de ar. Aí, pensei: "Deve ser inflado com ar puríssimo capturado por alpinistas audiófilos no mais alto ponto do Himalaia. Isso sim seria realmente hi end"... =))


Mas, falando sério, e que tal a possibilidade de usar várias camadas de plástico bolha? Será que teria efeito igual? :-?
Lucaz

Vai dar um efeito especial de estalinhos em festa infantil.

JulioCesar
19-12-13, 10:26
Quando se fala em bases , tem de ter em mente duas situações :
A base como meio de dispersão de vibrações , caso da areia , a idéia é que as vibrações vindas do piso ou originadas do próprio aparelho sejam dispersas pela base .
A base como meio isolador de vibrações , neste caso a sua função é não permitir a passagem destas vibrações , não dissipando-as , apenas isolando .

Cada tipo de base é específica para determinada situação , em aparelhos que geram vibrações , como toca-discos por exemplo , eu usaria uma base dissipadora , no caso de aparelhos eletrônicos , principalmente se a fonte é externa , eu optaria por uma base isoladora .

Desta forma , o uso de areia é funcionalmente diferente quando comparado com câmaras de ar ou repulsão magnética .

jneves
19-12-13, 10:52
Bonito trabalho e bastante interessante!

Saudações,

João

lucaz
19-12-13, 11:56
Vai dar um efeito especial de estalinhos em festa infantil.


:ymparty::ymparty::ymparty:

Então pelo menos para reproduzir o "Parabéns a Você" deve funcionar ficar legal.:laughing6::laughing6::laughing6:


Grande abraço
Lucaz

frost
19-12-13, 12:03
Quando se fala em bases , tem de ter em mente duas situações :
A base como meio de dispersão de vibrações , caso da areia , a idéia é que as vibrações vindas do piso ou originadas do próprio aparelho sejam dispersas pela base .
A base como meio isolador de vibrações , neste caso a sua função é não permitir a passagem destas vibrações , não dissipando-as , apenas isolando .

Cada tipo de base é específica para determinada situação , em aparelhos que geram vibrações , como toca-discos por exemplo , eu usaria uma base dissipadora , no caso de aparelhos eletrônicos , principalmente se a fonte é externa , eu optaria por uma base isoladora .

Desta forma , o uso de areia é funcionalmente diferente quando comparado com câmaras de ar ou repulsão magnética .

Na verdade, se o aparelho apresenta problemas de microfonia (toca discos e dispositivos com válvulas), a base isoladora ou absorvedora vão protegê-lo das vibrações que poderiam afetar o som. Se o aparelho não tem problemas com microfonia (pré amps, powers, dacs e mídia players transistorizados) não há qualquer vantagem no uso de bases, spikes etc, pois mesmo eles trabalhando sobre uma base vibratória não haverá mudança no sinal por eles produzido.

JulioCesar
19-12-13, 12:28
Frost , o uso de bases residem dentre aquelas coisas que não tem fundamento e funcionam ...

frost
19-12-13, 12:36
Frost , o uso de bases residem dentre aquelas coisas que não tem fundamento e funcionam ...
Na verdade elas funcionam e tem fundamento: a microfonia que alguns aparelhos apresentam.

Só estou dizendo que, quando os aparelhos não tem problemas de microfonia eles não se beneficiam de bases.

jneves
19-12-13, 12:51
A primeira experiência que tive com "controle de vibrações" foi a adição de sipkes de aço com aneis de borracha sob um player bastante simples, um Denon DVD-1920, o qual ficava sobre um rack Airon básico de metal.

A diferença positiva foi enorme. Nada menos.

Desde então busco a melhor base possível para os aparelhos.

Saudações,

João

JulioCesar
19-12-13, 12:56
Frost , a minha frase é em contra posição justamente ao que diz quanto à ineficiência quando em uso com aparelhos transistorizados .
Já fiz testes , não com bases , mas com desacopladores e o resultado foi notório , tanto no CDP quanto no amplificador , neste último inclusive o resultado foi mais sentido . :ok:

Guto Pereira
19-12-13, 13:53
JC, existem sistemas realmente reveladores. Para céticos como o Frost, resultados como àqueles que de vez em quando presenciamos parecem fantasia ou fruto de algum psicotrópico. A diferença está em saber se é isso que queremos, ou se nos contentamos com o que para alguns é simplório.

Já pro Frost, acho que vale o mensurado, o "efeito humano" não se insere ao contexto.

frost
19-12-13, 14:07
Só para constar: realmente acredito quando as pessoas dizem que ouviram diferenças com mudanças de áudio que não fazem sentido nem aparecem nas medições.

Eu tenho certeza que elas ouviram e não tenho motivos para duvidar da honestidade delas.

Mas, é inegável, o fato de uma pessoa (ou várias) ouvir a diferença (em um teste sem rigor científico e sem isolamento de fatores externos ao áudio como conhecimento da marca, visualização do equipamento, preconceitos etc) não significa que a diferença de fato exista. O efeito placebo está aí para demonstrar o que digo e age em todos os seres humanos, independentemente do nível intelectual ou de treinamento. Não são necessários psicotrópicos para criar a ilusão da diferença, a mente já se encarrega disso sozinha.Isto é conhecimento basilar de psicoacústica. Posso indicar alguns livros sobre o assunto, a quem se interessar.

Guto Pereira
19-12-13, 14:19
Uma coisa que ouvi em relato de um amigo foi quando ele refez o pré de um cliente trocando o cabeamento interno de cobre por cabeamento de prata da Cardas. O sujeito detestou o som... Pediu que algo fosse feito, então o amigo refez tudo com cabeamento Furukawa CAT6, resumo, ficou melhor que o anterior, na opinião do dono do aparelho.

Psicoacústica? Placebo? Eu acho que não.

Frost, creio eu que tais mudanças possam sim ser mensuradas, bastando que o escopo seja a busca por medir ou detectar tais mudanças. Se pegarmos as medições básicas envolvidas, acho que não encontraremos tais nuances. Não tenho tempo, nem dinheiro pra esses tipos de testes, mas se algum dia um dos dois sobrar, eu te chamo pra realizarmos os experimentos.

frost
19-12-13, 14:31
Uma coisa que ouvi em relato de um amigo foi quando ele refez o pré de um cliente trocando o cabeamento interno de cobre por cabeamento de prata da Cardas. O sujeito detestou o som... Pediu que algo fosse feito, então o amigo refez tudo com cabeamento Furukawa CAT6, resumo, ficou melhor que o anterior, na opinião do dono do aparelho.

Psicoacústica? Placebo? Eu acho que não.


Estamos saindo do assunto, que é amortecimento.

Mas vamos: os parâmetros de um cabo de caixa que afetam o som são conhecidos (há muito tempo, por sinal), eles são: resistência, indutância e capacitância. A alteração destes parâmetros pode mudar o som que chega nas caixas.

Aumentando a capacitância, o cabo começa a filtrar as altas frequências.

Aumentando a indutância, o cabo começa a filtrar as baixas frequências.

Aumentando a resistência, menos potência é entregue às caixas.

Então sim, é possível mudar um cabo de caixa de som e esta mudança alterar o som que sai dela, pois cabos podem agir como equalizadores ou filtros de som, sempre retirando algo do sinal mas nunca acrescentando.

Se é inteligente fazer a equalização do sistema através da troca de cabos, isto é outra história. Na minha opinião, se o sistema tem problemas de equalização, usa-se um equalizador e não se troca aleatoriamente de cabos até achar um que dê a equalizada ideal. Mas este sou eu, não tenho nada contra quem gosta de fazer as coisas de outra forma.

Guto Pereira
19-12-13, 14:40
Frost, cabeamento interno de um pré amplificador... cabo de caixa onde? acho que vc está sob os efeitos da psicoacústica. o que vc tá misturando no sucrilhos pela manhã??? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Começamos a elevar a capacitância de um cabo à partir de um determinado comprimento, o que dentro de um pré amplificador nem é mensurável. indutância tb tem seus valores de acordo com o comprimento do condutor. resistência, bom aí já temos outros fatores envolvidos.

No final, o amortecimento é primordial para uns, dispensável pra outros e balela para os céticos. Eu ainda não presenciei mudanças com CD Players e sort kone, sobortone ou outro artificio, nem com amplificadores. Já bati um papo com um amigo que me explicou que válvula muito sensível a microfonia é válvula bichada.

frost
19-12-13, 14:51
Frost, cabeamento interno de um pré amplificador... cabo de caixa onde? acho que vc está sob os efeitos da psicoacústica. o que vc tá misturando no sucrilhos pela manhã??? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Começamos a elevar a capacitância de um cabo à partir de um determinado comprimento, o que dentro de um pré amplificador nem é mensurável. indutância tb tem seus valores de acordo com o comprimento do condutor. resistência, bom aí já temos outros fatores envolvidos.

No final, o amortecimento é primordial para uns, dispensável pra outros e balela para os céticos. Eu ainda não presenciei mudanças com CD Players e sort kone, sobortone ou outro artificio, nem com amplificadores. Já bati um papo com um amigo que me explicou que válvula muito sensível a microfonia é válvula bichada.

Perdão, realmente entendi errado.

Onde está escrito "cabo de caixa" leia-se "cabo onde passa áudio" e continua tudo valendo.

lucaz
19-12-13, 20:15
Que me desculpem os céticos, mas vou continuar preferindo confiar nos meus ouvidos. Até porque não faria sentido eu frequentar fórum de áudio se não prestasse atenção ao que eles me revelam... :-@

E eles me dizem que há, sim, diferenças sonoras relevantes com o uso ou não de sistemas para controlar ou absorver as vibrações. E (sempre na opinião dos meus ouvidos) basta uma experiência simples para constatar isso: primeiro, o amplificador posto com suas sapatinhas de borracha originais sobre uma superfície qualquer e, depois, o mesmo amplificador sobre spikes colocado diretamente no chão. Ele soa igual? Para mim, não. Meus ouvidos (de pau?) percebem nitidamente que, na segunda opção, o desempenho sobe – os graves ficam mais enxutos e melhora a definição espacial dos instrumentos. É só psicoacústica? Sei não... :-?

Não tenho nada contra a ciência. Aliás, gostaria demais que todos os fenômenos da reprodução eletrônica que eu percebo (e outras pessoas também) tivessem explicação lógica. Mas, se isso não é possível, paciência. Não vou trocar o prazer de ouvir o que eu ouço pela letra fria da ciência. Mesmo sob o risco de ser massacrado por seus porta-vozes... :violent1:

Grande abraço
Lucaz

eduardo galvão
19-12-13, 20:21
O Lucaz, que nada...
Cada um brinca do jeito que quiser, o importante é ser feliz.
O que os "céticos" dizem é que podem existir outras maneiras mais prazeirosas e baratas, mas que valem, enfim, para quem quiser.
Parabéns pela tua qualidade DIY!