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Tópico: Correção de Acústica pelo PC

  1. #11
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    Pessoal,

    vejo que todas as discussões voltadas à equalização da sala de audição hoje está no âmbito digital.

    Pergunto: qual a desvantagem de se usar um equalizador analógico? Introduz ruído no sistema?

    Abraços.

  2. #12
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    Pessoal,

    Apesar do tópico tratar da correção por meio digital, talvez sejam precisos outros ajustes "analógicos" para complementar, assim, replico o vídeo abaixo, postado pelo amigo Renato (DIY) no HTForum, que pareceu-me um bom Norte, ainda que nesse ramo as bússolas não sejam tão estáveis:



    Abração.

    Carlos

  3. #13
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    Muito interessante o vídeo Carlos.

    Confesso que foi uma nova visão referente às reflexões laterais.

  4. #14
    Apenas acho importante informar que o autor do vídeo é o respeitado Eng. Luiz Fernando Otero Cysne.
    Eduardo

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  5. #15
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    Daniel,

    Foi justamente esse ponto que achei muito interessante. E afinal de contas, conforme o Eduardo citou, não foi qualquer um que abordou o assunto.



    Abração.

  6. #16
    Com um bom medidor gráfico (Dspeaker) é mais fácil saber o que está acontecendo (quando se aplica as mudanças na sala)

    e a correção é muito mais simples e amigável.

    Vi muita gente botando absorvedores e difusores e relatando o som ficando pior,

    é fácil achar estes mesmos produtos sendo revendidos nos fóruns, por aqueles que não conseguiram ajustar suas acústicas.

    Tudo por conta de um ajuste imaginário , sem medições e análises gráficas.
    Este mês repararemos um erro e descontaremos 500 reais do seu salário.
    -É que no lugar de ir trabalhar vc está lendo o que escrevo.

  7. #17
    Membro Avatar de carlos.simoes
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    Tutu,

    De certo que temos que fazer as medições mas, por puro achismo meu, creio que nem tudo pode ser feito pelo meio digital. Aí, um absorvedor aqui, um refletor ali, podem ajudar. Só que o aqui e ali já são, de certa forma, conhecidos. Grosso modo, o X agora é a quantidade.

    Um outro ponto é que ajustamos o som na nossa sala, essa sem tratamento algum, de forma que fique agradável aos nossos ouvidos. De repente, sem análise, uns aboservedores e/ou refletores entram em cena, ou melhor, na sala, e a sonoridade muda. Ficou pior? Pode ser que sim mas pode ser que o cachimbo tenha deixado a boca torta. Por exemplo, os graves podem ter ido pro lugar e cosequentemente novos ajustes precisarão ser feitos. E se o costume era gostar daquele booom a mais... Já coloquei algumas espumas atrás das caixas para ter apenas uma idéia e vi que duas eram pouco e quatro passavam da conta. Isso para a minha sala e ouvidos. Com uma DRC, medição e ajustes bem mais precisos, talvez as espumas nem servissem para ajustar mas pode ser que fossem o material ideal.

    Acho que os métodos tendem a se complementar.

    Última edição por carlos.simoes; 09-08-14 às 08:49.

  8. #18
    Eu sempre vou defender que a questão é muito mais ampla do que isso.

    A medição é importante, pois temos uma "leitura" objetiva do que está acontecendo, como um "raio-x" da situação. É muito mais fácil "enxergar" os resultados desta forma.

    Por outro lado, temos mais duas questões, a subjetividade e a natureza pessoal.
    No campo da subjetividade, o sujeito coloca um tratamento acústico na sala ou ajusta a sala por um DSP e conclui que o resultado piorou porque, por exemplo, os graves que ele tinha antes não existem mais. A conclusão é de que houve uma redução na extensão dos graves. Isso acontece muito com os usuários que adoram aquele impacto de graves imponentes na sala, e também avaliadores de revistas que também trabalham somente no campo subjetivo. Isso é uma conclusão pessoal e pouco precisa.
    Na questão de natureza pessoal, cada um tem a sua curva de audição, e ao ajustar a sala em busca do "seu ideal" acaba desviando o resultado da famosa "curva plana", o que pode parecer errado para outro ouvinte num primeiro momento.

    No meu entender, a melhor correção passa pela avaliação do sistema (e aí incluo a sala) e de suas próprias características auditivas. Vou tentar explorar mais esta questão ainda neste final de semana.

    Os dois métodos são adequados, mas se completam. Os dois métodos, isoladamente, pode levar a resultados inadequados para as necessidades de cada usuário.

    Poderíamos incluir ainda a questão dos ajustes feitos pela gravadora, mas ao incluir as particularidades de cada gravação a coisa ficaria ainda mais complicada. Melhor deixar esta variável de fora num primeiro momento.
    Eduardo

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  9. #19
    Citação Enviado originalmente por carlos.simoes Ver Mensagem
    conforme o Eduardo citou, não foi qualquer um que abordou o assunto.
    Desculpe, a minha intenção não foi julgar o autor, apesar que muitos conhecem a sua competência de longa época. A idéia foi identificar a autoria do trabalho.
    Eduardo

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  10. #20
    Citação Enviado originalmente por carlos.simoes Ver Mensagem
    Tutu,

    De certo que temos que fazer as medições mas, por puro achismo meu, creio que nem tudo pode ser feito pelo meio digital. Aí, um absorvedor aqui, um refletor ali, podem ajudar. Só que o aqui e ali já são, de certa forma, conhecidos. Grosso modo, o X agora é a quantidade.

    O problema é que esses absorvedores matam as frequências vizinhas e quase sempre não atenuam o suficiente.

    Se eles atuassem só no problema específico seriam ótimos, mas a gente coloca eles e aparece outros problemas.

    Vi muitas armadilhas de graves que não fizeram nenhum efeito prático, só tornar a sala feia.


    O que vi fazer um bom efeito ,para matar ecos e sala viva, é colocar um papel de parede meio enrugado(tem um nome) muita gente fez isso aqui no Rio.
    Última edição por TUTUBARAO; 09-08-14 às 16:32.
    Este mês repararemos um erro e descontaremos 500 reais do seu salário.
    -É que no lugar de ir trabalhar vc está lendo o que escrevo.

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