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Tópico: Nossa audição é como uma impressão digital, única?

  1. #11
    O texto foi publicado na revista do autor. Parece que está tudo ligado. Coincidência não pode ser.

    Aliás, nesta edição testaram mais uma "jóia rara", um amplificador que, novamente, ganha a fama de excepcional, como acontece frequentemente a cada novo modelo testado.
    A explicação do sucesso do amplificador é que o seu projetista descobriu que havia um vilão no caminho do sinal chamado..... "distorção harmônica" !!!!!!!!!! ... que novidade... o sujeito é realmente inovador...
    Ele diz que desenvolveu um amplificador com baixa distorção harmônica que fez muito sucesso...

    Será que não é por isso que os fabricantes publicam as especificações de distorção de seus equipamentos há décadas?
    Eu, pelo menos, nunca ouvi falar que distorção é coisa boa, seja em eletrônica, em lentes de fotografia, imagens de TVs, som de celular.....

    Como disse um amigo, ele descobriu a roda....

    E, como disse o amigo Luiz, a intenção é clara em querer desmerecer um trabalho que coloca em xeque alguns conceitos do áudio de alta-fidelidade. Mas o "Sr" Eduardo não vai baixar a cabeça... (porque "Sr"? ele está tão velho assim? )

    Mas, vamos em frente que certas coisas nem merecem a nossa atenção. Que atitude patética !!!
    Eduardo

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  2. #12
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    Fiquei curioso em ler essas "pérolas", mas fico pensando que com R$ 18,00 dá para comprar duas Originais bem geladinhas! Prefiro as geladas, mas se alguém tiver a versão em PDF e disponibilizar a mesma, daria um bom casamento.
    Grande abraço,
    Paulo

  3. #13
    Paulo,

    Não perca o seu tempo. Melhor ficar só nas geladinhas...
    Eduardo

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  4. #14
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    Citação Enviado originalmente por Eduardo Ver Mensagem
    Paulo,

    Não perca o seu tempo. Melhor ficar só nas geladinhas...
    Certo Mestre! Um brinde!
    Grande abraço,
    Paulo

  5. #15
    Vejam que interessante este comentário que recebi de um leitor do Hi-Fi Planet:

    Depois de tomar conhecimento do texto que motivou a sua bronca aqui e de logicamente ficar tão indignado como você ficou, observei que a revista onde ele foi escrito comentava que republicaria antigos artigos da revista começando por um de maio de 2002 (não bastava ser agora bimestral e vão copiar artigos antigos… parece que o fôlego está acabando e não é por menos).
    Como tenho a coleção quase completa da revista e sou muito curioso resolvi achar esta edição, e dar uma lida para tentar descobrir que artigo seria este.
    E não é que folheando esta edição encontro algo que me deixou estarrecido? Trata-se de outro artigo do mesmo autor que colocou esta opinião (ou provocação) do fato de ouvirmos diferente ser uma bobagem, onde ele mesmo diz algumas coisas bem diferentes sobre o tema na ocasião para justificar justamente o oposto.

    Veja alguns trechos e me diga se isso é para rir ou chorar de raiva:
    Diz o autor:

    - E ninguém – por mais experiente que seja – conhece como a outra pessoa ouve… às vezes, nem ela própria…
    - Bato constantemente nesta tecla, pois muitos não acreditam que cada indivíduo ouça de maneira diferente.

    Depois disso, para resumir, o autor relata como exemplo um fato que presenciou num de seus cursos onde uma moça apresentava uma maior sensibilidade na região das médias e altas frequências o que fazia ela se incomodar com o som do sistema em demonstração.
    Depois ele complementa:

    - até que eu a tranquilizei afirmando que conheço inúmeros casos semelhantes. Aliás, minha esposa tem a mesma sensibilidade nas altas frequências, não de forma tão acentuada como essa moça, mas o suficiente para evitar ouvir algumas gravações mais brilhantes que contenham trompete com surdina e picollo.
    - Como disse, casos de sensibilidade a determinadas regiões não são exceções, muito pelo contrário.
    - Se fosse exigido exame audiométrico para se associar ao mundo de alta fidelidade, muitos audiófilos se surpreenderiam com as diferenças existentes.

    E por aí vai…

    Ora… ora… e agora, José? Como ficamos?

    Isso é algo tão surreal que só contado ninguém acreditaria, mas está lá na edição de maio de 2002, na página 157. Se você não tiver esta edição posso te escannear e te enviar para você publicar no HFPlanet e provar mais esta ridícula situação aos seus leitores.

    É vergonhoso como as pessoas reagem conforme os seus próprios interesses, sem levar em conta a responsabilidade do que está fazendo às demais.
    Se eu já achava o artigo deste mês algo um tanto surreal, agora vejo que apesar de toda aquela historinha que ele diz que aconteceu na verdade o levou a outra conclusão diferente da que ele diz agora.
    A impressão que tenho já há algum tempo é que ele busca criar referências românticas sentimentais tentando mostrar um lado de reflexões e aprendizado superior pelo que passou, para dar mais valor ao que escreve. Aliás esta foi a mais apelativa de todas depois desta descoberta.

    (trechos em negrito destacados por mim)
    Eduardo

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