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Tópico: Vinil x CD na visão de um respeitado engenheiro de gravação

  1. #41
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    Caramba Nixon!
    Tinha lido esse texto, mas não fazia idéia que havia tantas mídias assim.
    Aqui em casa só o padrão. O SACD necessita de um player específico, mas e os outros?
    Valeu pela informação.
    Abraço,
    Paulo

  2. #42
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    Paulotim,

    Acho que dá pra ouvir em player comum:

    http://www.elusivedisc.com/xrcdinfo.asp

    Viu as opções em SACD DVD AUDIO BLURAY PURE AUDIO... tem até em formato USB!

    http://www.elusivedisc.com/Browse-Mu...partments/864/

    Acompanhar esse tanto de formato é impossível na minha opinião.
    .

  3. #43
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    Beleza!
    Citação Enviado originalmente por Nixon Ver Mensagem
    Paulotim,
    Acompanhar esse tanto de formato é impossível na minha opinião.
    Sobre isso eu não me preocupo. Coloco um CD padrão mesmo, bem gravado e fico na boa. Sem paranoias audiófilas. Só curtindo o som.
    Grande abraço,
    Paulo

  4. #44
    Curioso esse "retorno" ao CD.

    Há um bom tempo que eu havia desligado meu cd player e guardado no armário pois estava utilizando um notebook para escutar música.
    Eu fui ajustando o notebook com programas bit perfect, filtros usb, cabo usb da Wireworld, conversor usb-spdif, dac com filtro de energia e etc. O som estava bastante agradável, porém por curiosidade, outro dia liguei novamente o cd player (um Marantz cd 6004) usando a saída spdif dele para o dac e achei o som superior ao sistema do notebook. Acabei deixando o cd player ligado e agora uso o notebook somente para escutar spotify.

    Eu ainda compro cd´s, tenho uma coleção grande de cd´s e não me vejo parando de escutar tão cedo. Ainda que goste de conhecer novos sons através do spotify, sempre que possível, ouço cd ou vinil. Vou tentar comprar algum desses novos formatos para experimentar.

    E por falar nisso, alguém teria um bom cd player parado que queira vender?

    Abs,

  5. #45
    Daniel, o CD 6400 é um player bem bacana.
    Como você ainda usa um DAC e pode até experimentar outros, não sei se haverá muita vantagem em trocar de player.
    Eu gosto muito dessa linha da Marantz.
    Eduardo

    ____________________________________________

    Audiofilia: Retroceder Nunca, Render-se Jamais

    www.hifiplanet.com.br

  6. #46
    Eu também recebo os informativos do Jorge Knirsch, sempre com textos bem interessantes.
    Mas, o Flávio Adami me parece um pouco apaixonado em seus textos. É claro o gosto pessoal dele com o vinil. Chega a exagerar quando insiste que o vinil é insuperável, ou mesmo chega a ser um pouco incoerente e contraditório quando, por outro lado, diz que um CD gravado a partir de um vinil tem um resultado muito superior e até rivaliza com o vinil. Então o problema, sob esse ponto de vista, não é o CD, mas a gravação original !!!

    Eu ainda acho que a discussão hoje não é mais sobre vinil x CD, mas sim analógico e digital. Lembrando sempre que até um CD player fornece uma saída de sinal tão analógica quanto qualquer vinil ou fita magnética.

    Não sei se existe uma grande dose de saudosismo ou apego emocional ao formato, mas o Flávio, por vezes, chega a ter essas contradições.
    Esse apego emocional fica bem nítido quando ele afirma que "uma cápsula de alto padrão, junto àquele visual charmoso que os toca discos oferecem, é fantástico!".
    Tenho amigos que amam aquele ritual de pegar o LP, fazer a limpeza com a escovinha (o que para mim não resolve nada porque os ruídos sempre estarão lá) e colocar o braço em posição sobre o disco. Alguns desses amigos já foram mais irredutíveis quanto ao formato digital, mas acabaram mudando um pouco de posição, principalmente alguns que estiveram em minha casa e ouviram o meu sistema digital, que mesmo não sendo nada de muito especial, está muito bem ajustado para o formato digital.

    Ele reforça essa sua paixão pelo formato quando afirma também que "quando ouço uma gravação direta, de excelente qualidade, num vinil, tenho vontade de jogar todos os meus cds no lixo, pois a diferença sonora é muito grande, principalmente nos graves, muito mais precisos e extensos, sendo a região média muito mais quente e os agudos mais doces e cristalinos, em relação ao cd ". Estranho para alguém que afirma que um CD copiado de um vinil tem exatamente a mesma qualidade sonora.
    Então o problema, novamente, não é o CD? Nem o digital? No máximo seria o master utilizado na produção, que tanto no vinil como no CD pode ser analógico ou digital.

    Eu sempre fui fã do digital, e ao contrário do ilustre colega, acho os graves dos formatos digitais muito mais precisos.
    Ao longo dos anos migrei do vinil para o digital, chegando inclusive nesses novos formatos mencionados. Possuo vários deles, e acho a qualidade realmente superior.
    Mas há três anos resolvi montar um sistema analógico, com base no vinil, para ter uma maior versatilidade no meu sistema. Tive bastante cuidado com as escolhas e os ajustes, que foram feitos por um amigo "vinilófilo" apaixonado. Mesmo esse amigo, que considero uma referência em vinil, me afirma que muitas vezes ele prefere a mesma gravação em CD ou outro formato digital. Ele acha as gravações em XRCD melhores que as equivalentes em vinil. Realmente a JVC caprichou nessa tecnologia em CD, mas não a considero ainda o melhor formato no âmbito das mídias físicas digitais.

    No final, hoje, acabo ouvindo alguns vinis também, mas a minha preferência ainda fica pelo digital. Mas não sou muito radical com nenhum formato. Acho que muitas vezes o resultado depende mesmo da gravação e do sistema montado e ajustado.
    Eduardo

    ____________________________________________

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  7. #47
    Concordo com você Eduardo, e digo mais, dependendo do dia, ouvir cds é melhor do que vinil e vice-versa.
    Isso também acontece com você? Não sei o por que disso, mas comigo acontece. Não tem dias que berber vinho é melhor do que whisky?
    Você já falou que ouvimos diferente uns dos outros, então penso que também depende do nosso momento.
    Já fiz a experiência de ouvir os dois formatos, vinil e cd, na sequência e preferir um ao outro e depois em outro dia essa preferência mudar.

  8. #48
    Citação Enviado originalmente por Eduardo Ver Mensagem
    Daniel, o CD 6400 é um player bem bacana.
    Como você ainda usa um DAC e pode até experimentar outros, não sei se haverá muita vantagem em trocar de player.
    Eu gosto muito dessa linha da Marantz.
    Olá Eduardo,

    eu estou super satisfeito com o cd player CD 6400. O som ficou bem mais ao meu gosto do que utilizando o computador como transporte.
    Eu perguntei se alguém possui um cd player à venda, mas é para meu pai, que também ainda ouve bastante cd e o dele quebrou.
    O Marantz, enquanto funcionar, vai ser meu player definitivo.

    Abraços,

  9. #49
    Citação Enviado originalmente por Eduardo Ver Mensagem
    Eu também recebo os informativos do Jorge Knirsch, sempre com textos bem interessantes.
    Mas, o Flávio Adami me parece um pouco apaixonado em seus textos. É claro o gosto pessoal dele com o vinil. Chega a exagerar quando insiste que o vinil é insuperável, ou mesmo chega a ser um pouco incoerente e contraditório quando, por outro lado, diz que um CD gravado a partir de um vinil tem um resultado muito superior e até rivaliza com o vinil. Então o problema, sob esse ponto de vista, não é o CD, mas a gravação original !!!

    Eu ainda acho que a discussão hoje não é mais sobre vinil x CD, mas sim analógico e digital. Lembrando sempre que até um CD player fornece uma saída de sinal tão analógica quanto qualquer vinil ou fita magnética.

    Não sei se existe uma grande dose de saudosismo ou apego emocional ao formato, mas o Flávio, por vezes, chega a ter essas contradições.
    Esse apego emocional fica bem nítido quando ele afirma que "uma cápsula de alto padrão, junto àquele visual charmoso que os toca discos oferecem, é fantástico!".
    Tenho amigos que amam aquele ritual de pegar o LP, fazer a limpeza com a escovinha (o que para mim não resolve nada porque os ruídos sempre estarão lá) e colocar o braço em posição sobre o disco. Alguns desses amigos já foram mais irredutíveis quanto ao formato digital, mas acabaram mudando um pouco de posição, principalmente alguns que estiveram em minha casa e ouviram o meu sistema digital, que mesmo não sendo nada de muito especial, está muito bem ajustado para o formato digital.

    Ele reforça essa sua paixão pelo formato quando afirma também que "quando ouço uma gravação direta, de excelente qualidade, num vinil, tenho vontade de jogar todos os meus cds no lixo, pois a diferença sonora é muito grande, principalmente nos graves, muito mais precisos e extensos, sendo a região média muito mais quente e os agudos mais doces e cristalinos, em relação ao cd ". Estranho para alguém que afirma que um CD copiado de um vinil tem exatamente a mesma qualidade sonora.
    Então o problema, novamente, não é o CD? Nem o digital? No máximo seria o master utilizado na produção, que tanto no vinil como no CD pode ser analógico ou digital.

    Eu sempre fui fã do digital, e ao contrário do ilustre colega, acho os graves dos formatos digitais muito mais precisos.
    Ao longo dos anos migrei do vinil para o digital, chegando inclusive nesses novos formatos mencionados. Possuo vários deles, e acho a qualidade realmente superior.
    Mas há três anos resolvi montar um sistema analógico, com base no vinil, para ter uma maior versatilidade no meu sistema. Tive bastante cuidado com as escolhas e os ajustes, que foram feitos por um amigo "vinilófilo" apaixonado. Mesmo esse amigo, que considero uma referência em vinil, me afirma que muitas vezes ele prefere a mesma gravação em CD ou outro formato digital. Ele acha as gravações em XRCD melhores que as equivalentes em vinil. Realmente a JVC caprichou nessa tecnologia em CD, mas não a considero ainda o melhor formato no âmbito das mídias físicas digitais.

    No final, hoje, acabo ouvindo alguns vinis também, mas a minha preferência ainda fica pelo digital. Mas não sou muito radical com nenhum formato. Acho que muitas vezes o resultado depende mesmo da gravação e do sistema montado e ajustado.
    Eduardo, e demais colegas,

    Penso que o mais importante é o que vou ouvir, na melhor qualidade possível, e o padrão de qualidade de sistemas analógicos já foi atingido pelo digital.
    Nem quero saber de vinil, do ritual chato, de dificuldade total de obtenção de midias, os ruidos são ouvidos, por menores que sejam.
    Tem mais: CD é objeto em extinção.
    Meu sistema envolve IPhone ou IPad, com programa de identificação do DAC/Streamer, usando Tidal, Power e Caixas. Tenho CD-Transport para eventualmente ouvir CD, e DVD Blue Ray para vídeos. O DAC/Streamer também é Pré e pode comandar todas as entradas de meu interesse. Meu maior foco é o uso do sistema em WIFI com o IPad, sem qualquer processo "senta-levanta", e me permite ter mais lazer do que incômodos desnecessários.
    Sugiro que acordem para a realidade que já se apresenta. Quem ainda tem sistemas pesados e complicados hoje em dia, precisa saber que não há necessidade de se ter tantos equipamentos e rituais para se chegar onde se pretende. Com pouco se chega muito longe hoje.
    E sem investimentos bestiais. Digo assim pois as diferenças de preços não são audíveis.

    Abraços,

    Gilberto

  10. #50
    Apenas para complementar, sou muito beneficiado em meu sistema pelo uso do Regenerador PS Audio P5 .
    O resultado que tenho é, dependendo da qualidade da gravação, superior ao do CD.
    Abs
    Gilberto

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