Eduardo, boa tarde. Li o teu texto com bastante atenção e ele é coerente com tudo o que você escrevia antes e agora também. Acho bastante importante quando você enfatiza que no final, o que prevalece é a música, mesmo reproduzida no mp3 do carro. Ás vezes, quando ouço uma música que não ouvia há tempos, sinto o arrepio da emoção que ela transmite, independentemente se está sendo tocada em rádio de pilha, no alto-faltante do celular ou qualquer outro meio de reprodução. Em abril tive o privilégio de ganhar uma viagem de alguns dias de férias de minha mulher e minha filha. Fomos ao Teatro Colon assistir a Don Quijote com balé e orquestra do teatro. Esse teatro tem uma arquitetura linda, boas acomodações e uma acústica que é excelente. Aquilo é realmente um sistema de altíssima qualidade de reprodução do som. Ficou em minha memória. Até minha neta, de 17 anos, depois do espetáculo me perguntou se o som que ela tinha ouvido era de castanholas mesmo.
De outro lado, quando você escreveu que vai se desfazer de alguns equipamentos, se tiver ainda o receiver Marantz e se vai se desfazer dele, sou candidato.