Página 2 de 6 PrimeiroPrimeiro 1234 ... ÚltimoÚltimo
Resultados 11 a 20 de 52

Tópico: Woofers de celulose ou alumínio?

  1. #11
    Para os mediadores: já postei duas respostas e até o momento elas não foram publicadas.

  2. #12
    Membro Avatar de CristianoLO
    Data de Ingresso
    Oct 2013
    Localização
    Porto Alegre/RS
    Mensagens
    868
    Thanked: 1
    Bom... Alguns autores propõem que, tendo dois autofalantes cones de mesma rigidez a ponto de não emitirem distorções harmônicas em níveis diferentes, TANTO FAZ para questões "tímbricas"
    É lógico se pensarmos que timbre é definido pelo conjunto de harmônicos emitidos com o tom fundamental e as suas iterações

    Mas isso não é tudo, os dois alto falantes em questão podem ter cones exatamente de mesma rigidez, mas de pesos diferentes, além de sistema de suspensão e motor completamente distintos, então eles terão comportamentos distintos tb (comportamento, não timbre)

    Agora, não me pergunte o pq, mas até hj os falantes que eu mais gostei tem cone de fibras natuais, como celulose, bambu, banana ou algodão

    Eu sinceramente não me deteria nessa questão do material do cone, sendo a marca de boa reputação eu olharia primeiro os parâmetros dos autofalantes, Qts, peso do conjunto móvel, sensibilidade, BL, Xmax, etc

    Realmente, fazer uma caixa não é só comprar material e juntar tudo, se não tiver um mínimo de preparo corre um grande risco de decepção

  3. #13
    Administrador Avatar de Eduardo
    Data de Ingresso
    Apr 2011
    Localização
    Aqui mesmo...
    Mensagens
    6,138
    Agradecimentos: 52
    Caio, me desculpe. Falha nossa !!!

    Pessoal, por favor, releia as respostas do colega Caio.
    Eduardo

    ____________________________________________

    Audiofilia: Retroceder Nunca, Render-se Jamais

    www.hifiplanet.com.br

  4. #14
    Membro Avatar de CristianoLO
    Data de Ingresso
    Oct 2013
    Localização
    Porto Alegre/RS
    Mensagens
    868
    Thanked: 1
    Agora q vi o resto da questão

    Caio, este Seas parece ter bons parâmetros, mas a curva de resposta não me agradou muito, deve ser questão de geometria do cone e calota
    Já sobre o uso dos ribbon, não se iluda, um ring radiator tem tantos problemas de dispersão quanto, as vezes mais

    Se me permite uma sugestão, pq não dar uma simplificada no projeto, aproveitando o valor referente ao terceiro driver e o seu crossover para adquirir componentes de melhor qualidade para um duas vias?
    Eu indicaria um Fostex FW208n em conjunto com um Scanspeak D2904/7100
    Eu citei esse Fostex pois não me agrado muito das curvas dos woofers Scan, são falantes excepcionais, mas requerem um cuidado tremendo na elaboração do crossover, alem dos Fostex terem parâmetros de respeito
    E o Tw da Scan é extremamente flexível, não tem tanta sensibilidade a mais para ser casada com o woofer, tem um top end fantástico no eixo e fora do eixo tb, melhor que outros domo e dentro do padrão de dispersão que imagino que esteja procurando

  5. #15
    Obrigado Eduardo! Sem problemas.

  6. #16
    Cristianolo,

    Agradeço imensamente a sua sugestão. Já havia falar muito bem deste tweeter e estava de olho nele como uma opção concreta. Quanto ao Fostex FW208n o problema é o preço: é muito caro e estoura o meu orçamento que é de cerca de 700 dólares por caixa (em alto-falantes). Não estou disposto a economizar nos tweeters, mas quando se trata de woofers temos dois em cada caixa - o que encarece muito o custo.

    Com relação à simplificação do projeto para duas vias: gostaria de ter uma gama de frequências mais variada possível, uma experiência sonora mais completa, e, pelo momento, não estou com vontade de abrir mão dos médios. A não ser que o woofer Fostex que vc sugeriu não seja, ele próprio, incompatível com a inclusão de um médio. Seria?

    Sou absolutamente leigo em eletrônica e disponho de pouquíssimas - ou quase nenhuma - informações sobre a leitura dos parâmetros de um alto-falante. Por esses dias vou procurar estudar tudo que eu puder sobre curva de resposta para que as questões que ainda tenho vontade de colocar para você sejam mais simples e objetivas.

    Por ora gostaria de perguntar o seguinte: dentro do que você falou mais acima, qual o woofer que você me indicaria na faixa dos 80-120 dólares?

    O que acha desses modelos da linha Prestige da Seas em celulose?
    H1288-08 CA22RNX
    H1471-08 CA22RNY

    Abraço e obrigado uma vez mais.

  7. #17
    Citação Enviado originalmente por caiomoura Ver Mensagem
    Olá a todos,

    Em primeiro lugar, obrigado pelas respostas. Em segundo lugar, gostaria de dizer que, sim, estou consciente de que não se monta uma caixa num passe de mágica e que a sobreposição de frequências em uma caixa de três vias é um quebra cabeça nada fácil, al;em de muitos outros fatores.

    Na minha adolescência, entre 1981 e 1983, tive a oportunidade de viver a era de ouro da Gradiente e de tantas outras marcas nacionais ou não e, sinceramente, não acho que as caixas atuais que se situam na faixa dos 4000 a 8000 (pelo menos) sejam superiores a outras tantas que eu tive a oportunidade de ouvir naquela época. Isso inclui uma caixa de fundo de quintal que um vizinho meu fez utilizando alto-falantes Novik e tweeters Selenium.

    Isso vale para as minhas caixas atuais, Kef k700. A Kef k700 é uma boa caixa, mas de maneira alguma excepcional e está longe de fazer a diferença. Além disso – e este ponto é fundamental – é proporcionalmente muito mais cara do que o melhor que se podia comprar naquela época.

    Tenho tamb;em uma Sony SS-S205BS / GX-12 pela qual nunca dei muita coisa, mas que tem uma sonoridade muito mais encorpada que minhas Kefs e outras tantas que já ouvi por aí.

    Faz um mês que tive a oportunidade de testar duas caixas da Gradiente na casa de um velho amigo de adolescência. Eram um par de Master (não me lembro do modelo exato) e Concert I – que ficaram cerca de 30 anos sem uso, possivelmente as únicas no Brasil nesse estado. Caixas “semi-novas” portanto. Sinceramente achei ambas superiores à minha Kef de 7000 reais! São caixas que foram projetadas a 30 anos atrás!! Em termos de design um tanto pesadonas, é verdade.

    De lá pra cá, muita coisa melhorou e hoje temos caixas no mercado com tecnologias inexistentes naquela época. Mas por preços faraônicos.

    Daí minha opção por fazer caixas por conta própria, mesmo sabendo de todas as dificuldades técnicas. O fato é que não estou disposto a pagar R$30.000 para ter caixas do nível que desejo.

    No entanto, quero qualidade de áudio de excelência e por experiências anteriores e pelo que tenho visto também atualmente o caminho se dá pela montagem de caixas próprias e se preciso – e vou precisar – contratarei sim um profissional para e ajudar com esse processo.

    Não tenho nem um pouco de pressa, por isto estou disposto a adquirir aos poucos os alto e os demais componentes, pois essa é outra vantagem em montar uma caixa: tempo adequado para adquirir o matéria de acordo com a sua disponibilidade financeira.

    Baseado em vários projetos que tenho visto por aí - mas descartando o alumínio como material – a ideia seria adquirir:

    - 2 woofers SEAS de 8” com impedância de 8 ohms modelo CD22RN4X (frequência entre 20 e 2500htz)
    - 1 médio Scanpeak, possivelmente da linha Illuninator (4 ou 8 ohms, ainda não tenho idéia)
    - 1 tweeter soft ou ring – ainda não decidi. Por ora descarto um Ribbon, que apesar de ter os agudos mais bonitos, na minha opinião, tem um padrão de dispersão muito restrito.

    Além de jazz, ouço muito rock. Então além de refinamento sonoro, estou em busca de graves bem encorpados e agudos bem presentes.

    Espero que esses conjunto tenha compatibilidade de parâmetros. Se não tiver, defino novamente o que será adquirido, pois como falei, não tenho pressa.

    Acho que é isso.
    Boa tarde, Caio.

    Não vou responder em tom de polêmica, ok? Minha resposta se dá apenas em tom de discordância de ideias e nada mais.

    Dizer que qualquer caixa Master Gradiente é uma caixa boa é no mínimo uma coisa estranha. Porém é perfeitamente plausível para mim, porque já entendi mais ou menos com os teus relatos de qual teu gosto para caixas acústicas. Na boa, qualquer coisa que você monte com os falantes citados acima tem grandes chances de não te agradar e explico o motivo. Um detalhe que você não citou é se seu amigo refez os crossovers das tais Gradiente. Como você citou que ficaram guardadas e como sempre vejo que nunca fazem nadas nessas caixas, então presumo que os capacitores sejam originais e com certeza depois de todo esse tempo já devem ter ido pro espaço. Então o que você ouviu e gostou talvez nem seja a sonoridade real e original das tais caixas.

    De certo que elas são uma bela porcaria (que venham as pedradas). A tal Sony que você citou também não é lá essas coisas mesmo, como citaste em tua resposta. O lance é que você curte caixa com grave transbordando. Isso deve faltar na tua Kef K700, que por sinal eu nem sei que caixa é essa. Não seria Q700? Se for a Q700, qual é a eletrônica que usa para tocar ela? Fora isso, acho que essa escolha de falantes é perda de tempo. Acho que você deve comprar uma caixa pronta e vintage. Assim você vai assegurar que terá a tal sonoridade que curte. E não ligue quando falo que essas Master são ruins, apesar de serem mesmo quando se compara com o que realmente havia de melhor na época delas. Pelo visto, no dia em que escutar uma L65 Jubal ou uma L100 Century vai querer jogar qualquer Master pela janela... ou não.

    Pense nisso. Procure ouvir caixas de mesma época das que fizeram a tua cabeça, mas ouvindo as que realmente eram boas. Faça uma análise e decida se ainda vale arriscar em combinar um monte de falantes caros de maneira amadora, que com certeza não aproveitará o que eles podem ter de bom a oferecer. Se mesmo assim optar por construir a caixa e quiser realmente um resultado positivo, procure um profissional para medir os falantes e entender qual é o melhor projeto para eles e se você poderá esperar um resultado dentro do que você quer ou se terá apenas mais uma caixa relativamente equilibrada e com boa imagem e fidelidade como a Q700, que por acaso não te agrada.

    Gostaria mesmo de saber o que controla todos os falantes das tuas Kef, se realmente forem as Q700. Se forem outro modelo que eu não conheço, então peço que perdoe minha ignorância de não conhecê-la.

    PS. Refinamento em rock, ao menos para mim é algo incoerente.
    Blind Test in Deaf Mind is Senseless...

  8. #18
    Boa tarde Guto,

    Houve um erro de digitação de minha parte: as caixas são as Q700, como você se referiu. Elas estão tocando em um Cambridge cxa80. Veja bem, não quis dizer que gosto de graves transbordados, mas de graves encorpados - é uma diferença grande. A questão é que também os agudos são importantíssimos para mim - então não devo ter me expressado corretamente.

    Quanto às caixas, como eu havia falado, não vejo grande problema nelas. Inclusive ontem mesmo estava ouvindo as Complete Bitches Brew Sessions do Miles Davis e experimentei todo a clareza que esta caixa é capaz de proporcionar diante de algo refinado e bem mixado. Apenas acho que não fazem a diferença para o preço que paguei por elas, ou que sejam caixas de exceção.

    Quanto à Master eu não sei, mas a Concert I passou uma reforma sim na parte elétrica - não saberia no entanto te dar mais detalhes a esse respeito. Por uma série de motivos vou abrir mão das caixas vintage e continuar persistindo na idéia de uma caixa montada, pois ainda acho que poderei montar algo em conformidade com que venho procurando. E quando critiquei as caixas atuais, minha crítica foi endereçada a caixas dentro de uma determinada faixa de preço, que ao meu ver tem uma relação custo/benefício negativa.

    Acontece que mesmo tendo feito elogios à certas caixas vintage, desejo algo bem além delas em termos de qualidade ou refinamento sonoro (seria uma longa história que não valeria a pena contar...)

    Só uma coisa não ficou exatamente clara para mim: por que você acha que a sonoridade do material que citei (e que foram citados por outros aqui) não vai me agradar?

    No fundo tenho uma impressão - não confirmada - mas cada vez mais forte: de que a nossa percepção e gosto estão sendo inteiramente moldados pela prática do home theater. E isso não inclui apenas o áudio de filmes, mas um tipo mais restrito de música que tradicionalmente tem acompanhado este formato ou o que geralmente se veicula através dele. Pois acho isso tudo massificado demais. E é nesse momento que realmente não me identifico com um certo horizonte do audio contemporâneo.

    Mas acho que temos outras possibilidades interessantes atualmente, não?

  9. #19
    Caio, deixe eu esclarecer algumas coisas. Em primeiro lugar, mesmo conhecendo alguns Cambridge e tendo possuído outros, não tenho como falar sobre esse CX80 por ser um modelo muito novo da Cambridge e eu ainda não ouvi ou o vi pessoalmente. Também não sei se ele tem realmente fôlego para domar tua caixa. São muitos falantes juntos e uma sensibilidade relativamente baixa para uma caixa acústica que julguemos como fácil de tocar. Eu tentaria usar algo com muita corrente e uma fonte bem generosa.

    Grave em sistema de som de alta fidelidade é coisa complicada. O que você chama de grave encorpado eu chamo de loudness ou reforço nos extremos. E nessas caixas vintage nacionais que te agradam na sonoridade, não há como negar que transbordam e muito. Algumas caixas são caixas de graves de uma nota só. Eu particularmente acho crítico quando alguém me diz que gosta de graves encorpados tendo como referência o som desse tipo de caixa ou principalmente com home theater. Isso é comum, mais comum do que você imagina. É natural gostarmos desse tipo de sonoridade porque é o que normalmente fomos educados a ouvir. Quando falam muito bem do vinil por conta dos graves, as pessoas vão logo persistindo na idéia de que isso ocorre porque a mídia permite uma amplitude maior na faixa de frequência gravada, quando na verdade é por conta de uma correção feita pelo pré de phono para equalizar o que foi gravado de forma a melhorar o som. É uma explicação um pouco mais complexa que essa e que acho que nem cabe aqui falar sobre, mas mencionei apenas para ilustrar de onde começa esse papo de gostar de graves transbordados e que você chama de encorpados.

    Eu gostava disso também, e dependendo do gênero musical, mesmo hoje ainda prefiro o loudness presente. Só não consigo gostar de algo que seja desequilibrado, como essas caixas vintage nacionais são em sua maioria. Eu mesmo tive um par de Master 78 lá pelo inicio dos anos 90 e meu pai ainda tem um par de Concert até hoje com um receiver Gradiente. Foi algo assim que crescemos ouvindo e isso acabou por formar o som que nos agrada. No teu caso, suponho que possa ter sido isso também. Mas minha participação aconteceu em seu tópico apenas por dois motivos. O primeiro porque ando sumido dos papos por aqui. Li o que você escreveu e senti vontade de participar do papo. Depois também tive a vontade natural de falar de caixas acústicas porque é um assunto que converso e muito com amigos que gostam e que entendem muiiiiito sobre caixas acústicas. Com eles eu aprendi o pouco que sei. Com eles entendi tudo aquilo que estamos aqui falando. Com eles tive a oportunidade de conhecer caixas que realmente tocam bem e tem ótimos parâmetros. Ao ouvirmos essas caixas com critério, acabamos por entender o que nos leva a gostar delas, as vezes amá-las. Fora que caímos no clichê de muitos audiófilos que falam sobre queda de véus e sobre caixas reveladoras. Realmente isso acontece. Quando ouvimos boas caixas, é como se as caixas que achávamos boas nos parecem ter um cobertor sobre elas, com sor sem vida, abafado. Mas isso é papo pra mais de quilômetro.

    O que posso te dizer é que tem muita caixa boa no mercado, basta saber qual delas te agrada e cabe no teu bolso. O problema é tecer um comentário com total embasamento sem conhecer a real performance do teu Cambridge. Eu, num chute brabo arrisco que ele é fraco e faria melhor com uma book ou uma caixa mais fácil de tocar, com menos falantes e outros parâmetros.

    Esclarecendo tua dúvida agora. A sonoridade do material pode te agradar sim, o problema é fazer o projeto sem medir corretamente a curva de impedância de cada falante, sem saber ou experimentar cada possibilidade de gabinete, sintonia e compensação do comportamento de cada falante diante do funcionamento real. Quanto mais falantes, mais complexo e difícil de ajustar é, principalmente com falantes com parâmetros complexos e nada amigáveis como esse woofer que você escolheu. Abaixo está o gráfico de medição da própria SEAS. Repare na curva de impedância e na resposta do falante em relação aos parâmetros alegados.



    Alegam o Fs de 20Hz, mas no gráfico, a resposta dentro da faixa aceitável, ou seja, acima do Fs onde a impedância vai pro espaço pelo movimento do conjunto todo, ainda está com uma resposta estranha para que o amplificador lide com ele. Ele desce a 20Hz, mas sua impedância fica "amigável" e próximo da impedância nominal alegada apenas entre 70Hz e 300Hz. Qualquer coisa acima ou abaixo já começa a ficar estranha, acima dos 10 ohms e além, muito além. Isso demanda muita correção para que fique bom, fora que o falante já pede uma caixa grande como mostra seu VAS, que é de 108 litros. Dois falantes na mesma caixa pedirão um volume maior que isso em 3dB, ou seja, pelo menos o dobro e o comportamento eletromecânico de duas bobinas trabalhando em paralelo irá tornar a tarefa de corrigir a curva de impedância mais complexa ainda. Junte isso aos demais componentes, que por acaso eu nem olhei, mas que com certeza estarão muito fora do que esse woofer indica como comportamento padrão. No final, na minha opinião de leigo na construção de caixas acústicas eu digo que não vai funcionar se não tiver muita coisa pendurada para fazer com que tudo funcione de forma harmônica. E cá pra nós, um woofer que promete um Fs de 20Hz com cone de 8 polegadas, mas que tem impedância não mensurável nessa faixa, e principalmente que só começa a ficar amigável depois dos 50Hz, na boa, é melhor comprar um subwoofer da Eastech de 50 reais que falará (em tese e com base nas medições) muito melhor que esse SEAS que não deve ser lá muito barato e bem difícil ou custoso de importar.

    Olhe a curva e os parâmetros desse H1288-08 CA22RNX, que ao meu ver são mais amigáveis que o do woofer escolhido.



    Agora seria legal que algum especialista opinasse sobre esses aspectos que falamos aqui. Quem sabe existam situações ou técnicas construtivas que facilitem a tarefa com os falantes escolhidos. Mas eu ainda insisto de que nesses casos, menos é mais. Quanto mais variáveis nos inserimos nessa equação, maior é a dificuldade de dirimi-las a um resultado concreto e exato. O normal é estarmos diante de uma grande dízima periódica quase todas as vezes. Penso que para leigos como nós, a coisa sempre parece mais simples do que realmente é.

    Veremos o que os amigos dirão sobre a questão.
    Blind Test in Deaf Mind is Senseless...

  10. #20
    Guto,

    Super obrigado pela explicação generosa.

    De fato vou ter que realizar essa tarefa com alguém especializado que possa não apenas equalizar os cálculos todos como também me ajudar a pensar algo.

    Na verdade, me referi à experiência do home theater em tom de crítica, nem fiz qualquer associação de graves com esse tipo de mídia. Nem possuo algo assim aqui em casa. Tudo gira em torno apenas do áudio.

    Quanto ao resto - me refiro à questão conceitual em torno dos graves - bem, não é nada tão crítico assim...

    Mas vou pensar bastante no que falou.

Permissões de Envio de Mensagem

  • Você não pode iniciar novos tópicos
  • Você não pode enviar respostas
  • Você não pode enviar anexos
  • Você não pode editar suas mensagens
  •