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Tópico: Amplificação para canal central aéreo de receivers para HT

  1. #1

    Amplificação para canal central aéreo de receivers para HT

    Está aí, o que já vinha defendendo faz tempo.

    https://usa.denon.com/us/product/hom...vers/avrx8500h

    Criação do CANAL CENTRAL AÉREO para Atmos, DTS X e Auro 3D.

    Ponto para Denon.

    Era o ponto fraco desses novos codecs.

    Abcs.

  2. #2

  3. #3
    Membro Avatar de Reynaldo
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    Pelo que eu vi, acho que todo esta tecnologia já existe nos modelos da Yamaha a partir do A3060.
    Não achei exatamente o que vc escreveu no site, dei uma procurada mas nada com relação a caixa central, devo ter passado batido.

    Olhando a parte de áudio o Yamaha me parece mais completo, não li que este aparelho da Denon reproduz DSD.
    Na parte interna me pareceu fraco de potencia, um Trafo pequeno e não mostra o banco de capacitores.
    Se comparado ao A3060 e ao A3070 que tem um Trafo maior com dois capacitores de 18000uf, acho que este Denon precisa de ajuda externa para tocar.

    Basta ver o consumo de cada um, no Denon 900W e no Yamaha A3060 1210W.

  4. #4
    Citação Enviado originalmente por Reynaldo Ver Mensagem
    Pelo que eu vi, acho que todo esta tecnologia já existe nos modelos da Yamaha a partir do A3060.
    Não achei exatamente o que vc escreveu no site, dei uma procurada mas nada com relação a caixa central, devo ter passado batido.

    Olhando a parte de áudio o Yamaha me parece mais completo, não li que este aparelho da Denon reproduz DSD.
    Na parte interna me pareceu fraco de potencia, um Trafo pequeno e não mostra o banco de capacitores.
    Se comparado ao A3060 e ao A3070 que tem um Trafo maior com dois capacitores de 18000uf, acho que este Denon precisa de ajuda externa para tocar.

    Basta ver o consumo de cada um, no Denon 900W e no Yamaha A3060 1210W.
    Reynaldo,

    Ainda não li o manual do Denon modelo avrx 8500h bem como nenhum review ainda. Porém ele já vem com 13 canais, nos features existe a observação para o canal central "aéreo". Ainda não tive tempo de ler nada sobre ele mais a fundo, talvez logo mais com calma.

    Corrente, força, já é outro assunto, bem como "vício" de projeto. Apenas fiz uma observação para algo que já venho defendendo a tempos e que não quer dizer que seja fã da Denon, até pq NÃO SOU, vide meu 1940CI parado aqui em casa com apenas um ano de uso.

    Até agora, não existe motivos que façam sair da Yamaha, o mais completo na média.

    Com certeza que daqui a pouco já vai estar saindo receivers da Yamaha com o tb canal central "aéreo". Questão de tempo.

    E aí, vamos cair em outro assunto mais complexo ainda. Corrente para alimentar 13 canais satisfatoriamente. Pela minha experiência, NÃO ADIANTA, terá que ter a implementação de um bom power MCH.

    Abçs.

  5. #5
    Talvez para espaços de até 18 mts2 e com caixas de alta sensibilidade, até pode ser que seja aceitável. e mesmo assim para modelos do topo de linha.

  6. #6
    Não vejo problema com esta questão de potência.
    Vamos imaginar o seguinte, o novo canal não vai acrescentar nada, até porque o som já existe. Ele apenas vai transferir de outros canais o som para este, ou seja, a nova caixa vai exigir mais potência, mas, por outro lado, outras caixas vão ganhar folga não tendo mais que reproduzir esses sons do canal aéreo.
    Os receivers, na verdade, adotam essa filosofia há muito tempo, basta ver as especificações (quando não mentem muito). Com poucos canais funcionando a potência por canal é maior do que quando temos muitos canais trabalhando, pois só se transfere o consumo de potência de alguns canais para os outros, e os fabricantes sabem disso e por isso dimensionam a fonte assim.
    Quando você tem uma potência de saída do receiver em estéreo em, por exemplo, 100 watts, não é porque aumentou a quantidade de canais para 5.1, 7.1, 50.1 que vai ter que aumentar a potência proporcionalmente. A potência será sempre igual para manter o nível sonoro desejado.
    Assim, se com 200 watts eu tenho um volume sonoro suficiente na minha sala, não é porque vou usar 13 canais que terei que ter 13x200 watts.
    Eu garanto que, para a maioria das salas de tamanho comum, não se usa uma potência maior do que 50W no total de todas as caixas. A potência excedente apenas ajuda a atender demandas de pico muito rápidas, e é no subwoofer onde esta situação é mais crítica.

    Um dia em casa eu conversava com alguns amigos sobre essa ilusão de altas potência. Numa demonstração que fiz, pedi para um amigo colocar o volume do som na altura que ele gostava de ouvir, e depois medi com um wattímetro a potência fornecida... 6 Watts !!! Isso numa sala de aprox. 30 m2.
    Todo mundo ficou espantado, mas é essa a realidade.
    Eduardo

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  7. #7
    Citação Enviado originalmente por Eduardo Ver Mensagem
    Não vejo problema com esta questão de potência.
    Vamos imaginar o seguinte, o novo canal não vai acrescentar nada, até porque o som já existe. Ele apenas vai transferir de outros canais o som para este, ou seja, a nova caixa vai exigir mais potência, mas, por outro lado, outras caixas vão ganhar folga não tendo mais que reproduzir esses sons do canal aéreo.
    Os receivers, na verdade, adotam essa filosofia há muito tempo, basta ver as especificações (quando não mentem muito). Com poucos canais funcionando a potência por canal é maior do que quando temos muitos canais trabalhando, pois só se transfere o consumo de potência de alguns canais para os outros, e os fabricantes sabem disso e por isso dimensionam a fonte assim.
    Quando você tem uma potência de saída do receiver em estéreo em, por exemplo, 100 watts, não é porque aumentou a quantidade de canais para 5.1, 7.1, 50.1 que vai ter que aumentar a potência proporcionalmente. A potência será sempre igual para manter o nível sonoro desejado.
    Assim, se com 200 watts eu tenho um volume sonoro suficiente na minha sala, não é porque vou usar 13 canais que terei que ter 13x200 watts.
    Eu garanto que, para a maioria das salas de tamanho comum, não se usa uma potência maior do que 50W no total de todas as caixas. A potência excedente apenas ajuda a atender demandas de pico muito rápidas, e é no subwoofer onde esta situação é mais crítica.

    Um dia em casa eu conversava com alguns amigos sobre essa ilusão de altas potência. Numa demonstração que fiz, pedi para um amigo colocar o volume do som na altura que ele gostava de ouvir, e depois medi com um wattímetro a potência fornecida... 6 Watts !!! Isso numa sala de aprox. 30 m2.
    Todo mundo ficou espantado, mas é essa a realidade.

    Eu sei que aqui tenho um yamaha aventage 2040, uso books bronze 2 de surround, de 90db de sensibilidade, e trio frontal silver 100, de 88db e woofer de 8 pol, com central silver 350, de três vias. A Monitor Audio recomenda o mínimo de 80w só para a central. O receiver nitidamente sofreu pra empurrar o trio, em comparação com o trio bronze que tinha antes. Espetei um integrado exaudi a610 nas frontais e o set se transformou.

  8. #8
    Olá Tiago,

    Certamente um integrado vai te dar uma corrente maior que um receiver, e a potência dele será dedicada, mas isso não invalida o que eu disse acima.
    Há uma grande confusão entre potência real e potência declarada.
    Eu teria que entrar numa longa explicação técnica para desenvolver esse tema.
    De uma forma bem simples, comparativamente, uma S10 com motor flex de 206cv não consegue acompanhar uma Frontier com 190cv, apesar da potência da S10 ser maior, pois o torque da segunda é muito maior do que o da primeira.
    Mas, torque é desprezado nas especificações. Todo mundo lê potência. Onde a S10 sofre para subir numa terceira, se bobear a Frontier sobe em sexta !!!
    Amplificação é a mesma coisa. Sobra potência, mas falta corrente.

    Eu gosto muito dos receivers da Yamaha. Eles têm um ótimo processador, funcionamento confiável e durável, mas não leve muito a potência deles a sério.
    A Yamaha é conhecida por inflar os números de potência, e sempre foi assim (http://www.audiorama.com.br/arquivoc...cial/100x5.htm).
    Eu sei porque eu tinha um Yamaha com 120W de potência por canal, e troquei por um Marantz com 80w por canal. O Marantz tomou conta das minhas caixas com muito mais fôlego.
    Não que eu confie muito nas especificações da Marantz, mas a sua corrente de saída é bastante generosa.
    Mas, acredite, você usa muito menos potência do que imagina. Duvido que você utilize o controle de volume no final. Eu diria que no máximo 3/4 de seu curso, quando muito...
    Se o seu receiver apresentar a escala em dB (o Marantz te dá as duas opções, em dB e %), veja quantos dB faltam pra chegar ao final.
    Lembre-se que cada 3dB a potência dobra.
    Ou seja, se você tem uma potência especificada de 100w na saída, e seu cursor ficar a 3dB do final (tenho certeza que é muito mais do que isso a 3/4), você já está entregando perto de apenas 50W na saída (te garanto que é bem menos).
    Pois é, meu caro, isso é bastante complicado.

    Mas, isso nem vem muito ao caso. Meu objetivo acima era de simplesmente desmistificar esta questão de que quanto mais canais mais potência é necessária.
    Se você, por exemplo, desativar a caixa central, desviando os sons para as caixas frontais, simplesmente vai levar a potência do canal central para as duas frontais, pois o som que será reproduzido ali é o mesmo da central.
    Ao desviar o som de um avião da caixa central e jogá-lo para a central aérea, você estará apenas aliviando a central e levando a potência antes por ela consumida para a central superior.
    Todo receiver deveria ter a obrigação de possuir uma fonte capaz de fornecer a potência especificada em qualquer condição, mas isso, infelizmente, não ocorre.

    Vou tentar desenvolver isso melhor em outro tópico.
    Eduardo

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  9. #9
    Eduardo,

    Vc só está esquecendo da "vírgula". O que é fundamental e a ponta final de um sistema.

    Digo, os specs das caixas do sistema. Um determinado receiver com "X" corrente, nunca me refiro a WRMS, nesse ponto concordo com vc, a grande maioria mascara. Por isso que dou valor efetivamente a sua capacidade de corrente. Capacidade de conduzir com autoridade os drives da caixa em questão.

    Então vamos lá!!

    Antes de mais nada, vc tem que saber as especificações das caixas que serão utilizadas.

    Em um determinado receiver com "X" de corrente, NUNCA ele vai ter a capacidade de entregar um mesmo SPL com caixas de diferentes projetos (books e torres), litragem interna distintas assim como sensibilidade e impedâncias diferentes.

    Sem essa informação prévia, não se tem como saber (sem conhecer) como será o desempenho final desse receiver.

    Concordo quando diz que a Yamaha (até os dias atuais, inclusive s série Aventage) suprime a informação real de potência e de corrente então nem se fala. Porém nem todos os modelos da Yamaha tem sua informação avaliada de maneira incorreta.

    Dentre todos os modelos da Yamaha, a série "Z" e a família RX-V1800, 1900, 3800 e 3900, entregam muita corrente.

  10. #10
    Marcelo,

    Não esqueci de nada...O objetivo era abordar somente a questão de necessidade de mais potência por conta da adição de uma caixa, e tentei dar alguns exemplos. Não tive como objetivo discutir o sistema como um todo.
    Como eu disse, se eu for abordar este tema, tenho material para umas 20 páginas, e tudo na minha cabeça.

    Eu escrevi um artigo uma vez para a DVD News sobre isso, abordando justamente as diferentes medições de potência, sensibilidade de caixas (que também são muito infladas), etc...
    Mas, acho que aqui não é o local mais adequado para eu explorar isso. Vou tentar abrir um tópico para desenvolver o tema, agora que ando com um pouco mais de tempo.

    Posso até abordar as questões técnicas de medição de potência, cálculos e fórmulas. Tenho também muitos instrumentos de medição com muitos testes já feitos, mas pode ser um pouco cansativo para quem não é da área e desconhece alguns termos técnicos.

    Abração
    Eduardo

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