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Tópico: Pro-Ject compra a Musical Fidelity

  1. #1

    Pro-Ject compra a Musical Fidelity

    Anthony Michaelson, fundador da MF, deixa a empresa:
    https://www.stereo.net.au/news/break...sical-fidelity

  2. #2
    Pelo menos não foram os chineses que compraram...
    Eduardo

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  3. #3
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    Mais certo é que os Chineses comprem as duas empresas juntas: PJMF

    A empresa vai chamar:

    Pro-ject Musical Fidelity China ( PJMFC )

    .

  4. #4
    Citação Enviado originalmente por Nixon Ver Mensagem
    Mais certo é que os Chineses comprem as duas empresas juntas: PJMF

    A empresa vai chamar:

    Pro-ject Musical Fidelity China ( PJMFC )

    Isso me faz lembrar que meu Integrado M6I da Musical Fidelity está à venda mas não gostaria de vendê-lo a qualquer chinês, e sim a alguém de preferência deste seleto grupo.
    Fineza me contactar por MP.

    Gilberto

  5. #5
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    Citação Enviado originalmente por amadeoGT Ver Mensagem
    Anthony Michaelson, fundador da MF, deixa a empresa:
    https://www.stereo.net.au/news/break...sical-fidelity
    Esse artigo saiu na CAVI e agora no texto do Flávio Adami. Será que realmente será um avanço na qualidade do som?
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    Flavio Adami
    flavioadema@uol.com.br



    O sucesso do vinil é uma coisa incontestável no mundo audiófilo. Ele voltou com tudo e mais um pouco, pelo fato de que novas soluções estão sendo buscadas no intento de otimizar ainda mais todo esse sucesso.

    © 2010-2020 Jorge Bruno Fritz Knirsch
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    Uma empresa austríaca, a Rebeat Innovation, acaba de receber um financiamento de US$ 4,8 milhões, para desenvolver uma nova forma de fabricação de discos chamada "vinil de alta definição" (HD).
    A patente do projeto, que foi registrada em 2016, por Günter Loibl, CEO da empresa, contém alguns up grades, como um tempo de reprodução mais longo, um ganho maior de volume sonoro, com uma melhora na relação sinal/ruído, e a promessa de uma fidelidade ainda maior.
    Esse novo processo de gravação não é muito diferente do vinil tradicional. Utiliza apenas ferramentas mais precisas, na fabricação, criando uma melhor qualidade do vinil, com menor perda de informações de áudio, além de eliminar algumas etapas durante o processo de fabricação.
    A empresa Rebeat Innovation não quer apenas aproveitar o embalo do velho amor pelos discos de vinil, mas ir além, transformando os bolachões em um produto ainda melhor que apresente uma sonoridade em áudio HD.
    Segundo a empresa, os novos discos podem abrigar maior quantidade de músicas, em relação os discos convencionais de hoje em dia, e o novo vinil converte o áudio para um mapa topográfico em 3D. São utilizados lasers, para marcar o mapa no marcador que irá transferir o áudio para os sulcos, como temos nos discos tradicionais de vinil. Com esse método, segundo Loibl, há menos perda de informação de áudio, com 30% a mais de duração, 30% a mais de amplitude, e uma reprodução de som mais fiel. E o melhor é que os novos vinis serão compatíveis com os toca discos convencionais, o que significa que poderemos desfrutar de um áudio de alta qualidade, em um futuro muito próximo, provavelmente chegando ao mercado em 2019.
    Obviamente, a patente não fala muita coisa, justamente para esconder os segredos. Quem entende de patentes sabe que esconder os segredos no documento é fundamental para o sucesso, pois esse cuidado parte do sigilo industrial. Portanto, a informação que temos ainda é muito pouca. Basicamente, o vinil HD (alta definição) usa uma impressão, para criar os sulcos em discos de vinil, que são feitos a partir de mapas topográficos 3D de arquivos de áudio digital. Essa técnica deve permitir que os registros sejam feitos com maior precisão e menor perda de informações.
    O ganho sonoro e o maior tempo de duração do vinil são dados importantes. No entanto, qualidade do áudio ainda é discutível, pois um vinil tradicional, bem feito e tocado num toca discos de qualidade, sempre terá um som excelente. Não devemos nos precipitar, afirmando que esse trato digital proporcionará, com certeza, uma qualidade de áudio superior. Vamos aguardar, com ansiedade, essa nova loucura e, caso ela se concretize, devemos primeiro ouvir para ver se realmente dará um resultado superior, conforme prometido, em comparação ao tradicional vinil dos velhos tempos que vem de informações puramente analógicas.

    Ótimas audições a todos! Aquele abraço!

  6. #6
    Parece que será um vinil fabricado com maior precisão, mas podemos notar a forte influência digital neste projeto, inclusive com a utilização de arquivos de áudio digital.
    Será que o mercado vai aceitar isso?
    O fã(nático) do vinil não admite qualquer etapa digital na produção dos discos, para ele todo o processo deve ser analógico.
    Para um usuário menos romântico, como eu, por exemplo, que mantenho um sistema de vinil para maior versatilidade do sistema, acredito que não busque na solução de vinil a sua opção de alta resolução.
    E para os apaixonados pelo digital, acredito que nada mude.
    É a minha opinião.
    Eduardo

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  7. #7
    * Membro VIP * Avatar de Nixon
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    A mídia será mais cara, com toda certeza.
    .

  8. #8
    Falando na Musical Fidelity, gostaria de comentar que no começo do ano levei meu M1DAC -que adquiri do Eduardo há uns dois anos- para fazer o upgrade com o Luis Flugge (procedimento descrito em http://hifiplanet.com.br/blog/teste-...y-luis-flugge/.)

    Demorei para fazer a modificação porque queria conhecer bem o som normal do M1DAC, porque estava distraído com outros projetos, e também porque esperava obter um ganho relativamente modesto. Mas, no meu sistema, a melhoria não foi modesta )

    Graves e agudos ficaram mais presentes e mais precisos. Mas o principal foi a separação entre instrumentos, que se tornou bem maior. Antes o M1DAC perdia por pouco, ou empatava, com o som do meu toca-discos (um Gradiente D-60 com cápsula Ortofon Super OM-10). Agora ganha fácil, toda vez.

    Valeu bastante os R$ 700 que paguei. O atendimento do Luis Flugge, profissional e ágil, também foi perfeito.

  9. #9
    Que bacana. Fico contente que esteja satisfeito com o aparelhinho e a sugestão.
    Eu às vezes acho que tem coisas muito estranhas nesse mundo dos DACs.
    Eu já testei inúmeros DACs, e hoje estou novamente com o M1DAC, também turbinado. Mas, o mais curioso, é que peguei meu velho MSB modificado há muitos anos pelo Luiz, mas na época eu orientei as modificações que eu queria que ele fizesse, e eu mesmo incluí algumas depois, e o som dele está melhor que meu atual DAC. Depois peguei meu ainda mais velho Audio Alchemy 3.0, e ele tocou divinamente, sem o mesmo detalhamento, mas com uma musicalidade impressionante, muito agradável. O som dele me lembrou muito o som do meu sistema de vinil, sem os plocs e plics.
    Eu posso estar errado, mas acho que o segredo de um DAC não está no chip de conversão, mas como é implementada a etapa analógica, pois nos dois DACs "aposentados" fiz alterações somente nas etapas analógicas.
    Eduardo

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  10. #10
    Citação Enviado originalmente por Eduardo Ver Mensagem
    Que bacana. Fico contente que esteja satisfeito com o aparelhinho e a sugestão.
    Eu às vezes acho que tem coisas muito estranhas nesse mundo dos DACs.
    Eu já testei inúmeros DACs, e hoje estou novamente com o M1DAC, também turbinado. Mas, o mais curioso, é que peguei meu velho MSB modificado há muitos anos pelo Luiz, mas na época eu orientei as modificações que eu queria que ele fizesse, e eu mesmo incluí algumas depois, e o som dele está melhor que meu atual DAC. Depois peguei meu ainda mais velho Audio Alchemy 3.0, e ele tocou divinamente, sem o mesmo detalhamento, mas com uma musicalidade impressionante, muito agradável. O som dele me lembrou muito o som do meu sistema de vinil, sem os plocs e plics.
    Eu posso estar errado, mas acho que o segredo de um DAC não está no chip de conversão, mas como é implementada a etapa analógica, pois nos dois DACs "aposentados" fiz alterações somente nas etapas analógicas.
    Penso da mesma forma. Alterações no estágio de saída, como as feitas pelo Luiz, me parecem ter um impacto muito maior do que mudanças no âmbito digital (como diferentes chips de conversão ou alterações de software, como bypassar o mixer nativo do sistema operacional).

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