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Tópico: Subwoofers

  1. #121
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    Somente atualizando a minha experiência. Acrescentei o subwoofer no meu sistema estéreo. Ainda estou fazendo alguns ajustes finos de volume e corte do sub, mas já tive excelentes resultados.

    O sub que comprei foi o SW-8MK2 da Pioneer. É um sub pequeno (8"). Liguei através da entrada RCA dele, saindo do pré amplificador Croft 25R com um "RCA Splitter". Um par de cabos vai para o subwoofer e o outro par para os monoblocos Mcintosh MC30.

    Fiz o teste para encontrar o melhor posicionamento e acabou sendo atrás da caixa esquerda (próximo ao canto da sala). Acabei fazendo o corte seguindo meus ouvidos mesmo e acabou ficando mais alto do que eu queria, mas foi como soou melhor (em aproximadamente 80 ou 90Hz - o sub não tem uma marcação das frequências, além da inicial - 40Hz e da final - 150Hz). O volume ficou aproximadamente no meio.

    Eu imagino que utilizando esse corte, caso a minha sala fosse maior, meu ponto de escuta fosse mais distante do que é e a distância entre as caixas fosse maior, provavelmente eu teria problema de alteração da imagem estéreo. Mas na minha sala funcionou bem.

    Os resultados foram muito positivos! O primeiro resultado foi o que eu esperava, ou seja, poder escutar com melhor definição as notas mais graves de contrabaixo acústico em jazz, ou um bumbo com mais pressão em músicas eletrônicas.

    O segundo resultado, no entanto, foi bastante inesperado e muito bem vindo. Enquanto eu ajustava o corte e volume do sub, acabei testando inverter a fase do sub. Imediatamente o grave ficou muito mais seco e controlado (até aumentei um pouco o volume depois dessa inversão de fase). Tive a sensação de que foi quase como um corretor de ambiente tirando alguma onda estacionária grave da minha sala. Com isso, o que mais me impressionou foi o quanto melhor ficaram as demais frequências, a separação dos instrumentos na imagem estéreo, a clareza dos instrumentos. Enfim, foi uma melhora significativa no som como um todo que eu não esperava. Junto a isso o fato de que agora consigo escutar muito melhor as notas mais graves e acabou sendo um excelente resultado.

    Essa experiência foi muito interessante para mim. Eu não imaginei que a adição do sub fosse mexer na qualidade das demais frequências das caixas de som, uma vez que não estou utilizando um crossover, ou seja, o sinal do pré está indo inteiro tanto para o sub quanto para as caixas. E considerando a frequência de corte do sub, uma grande parte das frequências baixas estão sendo tocadas tanto pelo sub quanto pelas caixas (entre 40 e 90Hz aproximadamente). Me deu a impressão que quando eu inverti a fase do sub, houve um cancelamento de alguma frequência baixa proveniente das caixas que estava sobrando na minha sala e embolando o som como um todo. E com esse cancelamento, foi como se limpasse esses graves embolados.

    Continuo ainda fazendo alguns testes, mas creio que cheguei na melhor configuração do meu sistema 2.1. E fiquei muito satisfeito mesmo.

    Caso alguém utilize caixas bookshelf, não queria adquirir caixas full range, mas queira estender as frequências baixas, aconselho bastante tentarem um subwoofer. E, na minha sala, que é pequena, esse sub da Pioneer acabou sendo uma ótima compra.

  2. #122
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    Citação Enviado originalmente por danielbeim Ver Mensagem
    Somente atualizando a minha experiência. Acrescentei o subwoofer no meu sistema estéreo. Ainda estou fazendo alguns ajustes finos de volume e corte do sub, mas já tive excelentes resultados.

    O sub que comprei foi o SW-8MK2 da Pioneer. É um sub pequeno (8"). Liguei através da entrada RCA dele, saindo do pré amplificador Croft 25R com um "RCA Splitter". Um par de cabos vai para o subwoofer e o outro par para os monoblocos Mcintosh MC30.

    Fiz o teste para encontrar o melhor posicionamento e acabou sendo atrás da caixa esquerda (próximo ao canto da sala). Acabei fazendo o corte seguindo meus ouvidos mesmo e acabou ficando mais alto do que eu queria, mas foi como soou melhor (em aproximadamente 80 ou 90Hz - o sub não tem uma marcação das frequências, além da inicial - 40Hz e da final - 150Hz). O volume ficou aproximadamente no meio.

    Eu imagino que utilizando esse corte, caso a minha sala fosse maior, meu ponto de escuta fosse mais distante do que é e a distância entre as caixas fosse maior, provavelmente eu teria problema de alteração da imagem estéreo. Mas na minha sala funcionou bem.

    Os resultados foram muito positivos! O primeiro resultado foi o que eu esperava, ou seja, poder escutar com melhor definição as notas mais graves de contrabaixo acústico em jazz, ou um bumbo com mais pressão em músicas eletrônicas.

    O segundo resultado, no entanto, foi bastante inesperado e muito bem vindo. Enquanto eu ajustava o corte e volume do sub, acabei testando inverter a fase do sub. Imediatamente o grave ficou muito mais seco e controlado (até aumentei um pouco o volume depois dessa inversão de fase). Tive a sensação de que foi quase como um corretor de ambiente tirando alguma onda estacionária grave da minha sala. Com isso, o que mais me impressionou foi o quanto melhor ficaram as demais frequências, a separação dos instrumentos na imagem estéreo, a clareza dos instrumentos. Enfim, foi uma melhora significativa no som como um todo que eu não esperava. Junto a isso o fato de que agora consigo escutar muito melhor as notas mais graves e acabou sendo um excelente resultado.

    Essa experiência foi muito interessante para mim. Eu não imaginei que a adição do sub fosse mexer na qualidade das demais frequências das caixas de som, uma vez que não estou utilizando um crossover, ou seja, o sinal do pré está indo inteiro tanto para o sub quanto para as caixas. E considerando a frequência de corte do sub, uma grande parte das frequências baixas estão sendo tocadas tanto pelo sub quanto pelas caixas (entre 40 e 90Hz aproximadamente). Me deu a impressão que quando eu inverti a fase do sub, houve um cancelamento de alguma frequência baixa proveniente das caixas que estava sobrando na minha sala e embolando o som como um todo. E com esse cancelamento, foi como se limpasse esses graves embolados.

    Continuo ainda fazendo alguns testes, mas creio que cheguei na melhor configuração do meu sistema 2.1. E fiquei muito satisfeito mesmo.

    Caso alguém utilize caixas bookshelf, não queria adquirir caixas full range, mas queira estender as frequências baixas, aconselho bastante tentarem um subwoofer. E, na minha sala, que é pequena, esse sub da Pioneer acabou sendo uma ótima compra.
    Interessante! Qual o restando do set? Tamanho da sala? Tem foto? Abs.

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