Página 2 de 13 PrimeiroPrimeiro 123412 ... ÚltimoÚltimo
Resultados 11 a 20 de 122

Tópico: Subwoofers

  1. #11
    Administrador Avatar de Eduardo
    Data de Ingresso
    Apr 2011
    Localização
    Aqui mesmo...
    Mensagens
    6,104
    Agradecimentos: 41
    Eu fiz algumas experiências com subwoofers, e também acabei preferindo sem. Mas, minhas caixas já possuem falantes de graves bem generosos, mas ainda assim acho que o casamento de um sub em um sistema estéreo é bastante crítico e o melhor é ter uma caixa torre com um bom grave.

    Por outro lado, já vi alguns sistemas estéreos com subwoofers, e em dois ou três casos até achei a solução interessante pela falta de graves das caixas (bookshelves).
    Eduardo

    ____________________________________________

    Audiofilia: Retroceder Nunca, Render-se Jamais

    www.hifiplanet.com.br

  2. #12
    Membro Avatar de iceratti
    Data de Ingresso
    Jan 2013
    Localização
    Serra Gaúcha/RS
    Mensagens
    126
    Agradecimentos: 0
    Vejam que interessante, eu usava o sub com torres e ele só entrava nas baixas frequências e me atendia muito bem. Agora troquei as torres por books e agora a mesma regulagem e o mesmo sub já não atendem como eu gostaria. Vou ter que fazer um UP no sub pois o meu Velodyne MAX-8 já não consegue acompanhar as PL100. Na minha opinião, para stereo não se pode jogar qualquer sub, tem que ser um projeto bem elaborado. Por isso estou aguardando o Renato terminar um projeto de sub em LT.

  3. #13
    Citação Enviado originalmente por Eduardo Ver Mensagem
    Eu fiz algumas experiências com subwoofers, e também acabei preferindo sem. Mas, minhas caixas já possuem falantes de graves bem generosos, mas ainda assim acho que o casamento de um sub em um sistema estéreo é bastante crítico e o melhor é ter uma caixa torre com um bom grave.

    Por outro lado, já vi alguns sistemas estéreos com subwoofers, e em dois ou três casos até achei a solução interessante pela falta de graves das caixas (bookshelves).
    Eduardo, aqui e agora estou a quebrar um "juramento" que me fiz a mim (não é erro, é que poderia ter feito o juramento a outro...) de não discutir mais questões relacionados com caixas de alto-falantes. Como considero você um connoisseur, atrevo-me lembrar-lhe que a unica razão, e suficiente, para ter-se um subwoofer num sistema de som musical é para aliviar o falante principal das caixas das críticas frequências de 100 Hz abaixo; e já é bastante!!!. Por isso que qualquer caixa pré-fabricada desempenhará melhor se não ficar responsável por tais críticas frequências.

  4. #14
    Membro
    Data de Ingresso
    Jun 2012
    Localização
    Brasil
    Mensagens
    2,588
    Agradecimentos: 0
    Acrescento ao que o Holbein disse, os subs servem para se aumentar o espectro da resposta de frequência e não para criar picos nos graves.

    Pergunto, qual caixa de preço acessível desce a 20hz ou 15 hertz?

    A mairoira das pessoas usa o sub de forma incorreta, criando uma barriga enorme nos graves e deixando caixas e sub tocando as mesmas frequências.

    Resultado: um desatre na certa.

    Bi-amplificação feita com critério, não tem como não gostar.

    Se vc não vai, não sabe, ou, não tem como cortar os graves da satélites (sejam elas torres ou books), esqueça. Fica melhor sem ele.

    Mas se vc corta as satélites não deixando o sub trepar nas caixas, e se vc ainda cria um vale onde existe pico nos graves de forma a deixar a resposta mais plana e extensa, não tem volta.

    Satisfação na certa.

    Agora uma observação pessoal, eu não gosto de sub subindo acima de 50~55 hertz e por isto não recomendo setar sub acima destes valores.

    Dizem que abaixo de 80hertz não conseguimos localizar a origem dos graves.

    Deixando abaixo dos 55hertz, não trepando nas caixas, cortando as baixas antes mesmo do power, eu "agarantio"

    Mas tb sei que para a maioria, estes ajustes são um bicho de 7 cabeças

    Última edição por Luke; 20-06-13 às 17:20.

  5. #15
    Membro
    Data de Ingresso
    Jul 2012
    Mensagens
    2,279
    Agradecimentos: 0
    Desde o começo, lá atras nos tempos áureos do áudio, os primeiros subs eram e foram recomendados a serem no sistema labirinto acústico e mais modernamente a famosa LT.
    Todos os 2 sistemas são nada mais nada menos que um tubo sonoro, como os de órgão mas dedicados a reprodução das baixas e muito baixas frequencias.

    Só que estes sistemas ficam invariavelmente MUITO grandes e assim incompatíveis com a maioria dos ambientes domésticos normais dos audiófilos.

    Para compensar este desajeitamento todo são praticamente insubstituíveis pois resolvem o problema de obter graves profundos e corretos como NENHUMA outra alternativa mais recente em termos de gabinetes acústicos.

    Sendo inatingíveis para a grande maioria dos audiófilos e estes não conseguindo suprir a sua necessidade de graves profundos com gabinetes e tecnologias diversas (que prometem muito mas não entregam) fica a sensação de que a reprodução correta do espectro inferior de frequencias não é possível e nem factível.
    Com um monte de arrazoados sem nenhum mérito ou substância e que causam um grande mal: negam a um audiófilo interessado a chance de tomar contato com um método interessantíssimo e que iria resolver muitos dos seus problemas...

    Noutras e sinceras palavras: "se não posso ter vou falar mal..."

    É uma pena, um desserviço.

  6. #16
    Administrador Avatar de Eduardo
    Data de Ingresso
    Apr 2011
    Localização
    Aqui mesmo...
    Mensagens
    6,104
    Agradecimentos: 41
    Nos sistemas com subs que me agradaram, haviam subwoofers realmente de boa qualidade, e estavam muito bem ajustados ao conjunto compensando a falta de graves bem baixos.
    Os que não me agradaram usavam subs mais recomendados para os "gravemaníacos" de salas de HT, e estavam muito desajustados, com os graves evidentes demais e pouco naturais.
    Aliás, esse é um problema que noto principalmente em sistemas de HT, graves exagerados, sem precisão e pouco naturais.
    Cansei de ver nos "hi-fi shows" da vida salas de demonstrações onde parecia que o único componente que existia ali era um subwoofer. Eu gosto de graves, mas não aguentava ficar nem 1 minuto numa sala destas.
    No meu HT eu utilizo dois subs passivos construídos por mim, pois achei o resultado bem melhor do que um único, e amplificados por módulos de potência da Marantz, pois também acho que os amplificadores internos da maioria dos subs não possuem a qualidade que deveriam ter. O difícil hoje é encontrar subs passivos, que eu acho que permitem maior versatilidade do que as soluções prontas.
    No estéreo, cheguei a testar estes subs, e até melhorou um pouco os graves, mas não deu ainda o resultado que mais aprecio, graves mais secos e precisos.

    Quando construí as minhas caixas para estéreo, usei dois falantes de 10 polegadas para os graves, montados em câmaras independentes, com volumes ideais (sem preocupação com o tamanho), e ligações totalmente independentes. Eles podem ser ligados em paralelo, em série, apenas o de cima ou o de baixo, e tudo isso através de conectores bem práticos. Além disso, podem funcionar nas configurações selada ou "dutada", também de forma bastante simplificada e com ajustes totais do divisor e das características dos dutos. Desta forma consegui chegar aos graves que eu queria, bem ajustados à minha sala.

    Concordo com o Holbein que se um dos objetivos for poupar os falantes de graves das caixas das frequências muito baixas, pode ser uma justificativa interessante, pois já vi mesmo muitos falantes danificados por conta do ouvinte tentar conseguir mais graves do que o pobre falante é capaz de fornecer. Funciona bem também.

    Acho que o mais importante é conseguir essa boa integração do subwoofer no estéreo e obter graves naturais. Mas, insisto, isso não é fácil de se conseguir.
    Porém, se o ouvinte, apesar de não ter conseguido este resultado, ainda assim apreciar a extensão destes graves mesmo que pouco precisos, também não há nenhum problema nisso. Defendo sempre que cada um deve ajustar o seu sistema aos seus ouvidos e ao seu gosto pessoal também. O importante é que o resultado final lhe agrade sempre.
    Eduardo

    ____________________________________________

    Audiofilia: Retroceder Nunca, Render-se Jamais

    www.hifiplanet.com.br

  7. #17
    Membro
    Data de Ingresso
    Jun 2012
    Localização
    Brasil
    Mensagens
    2,588
    Agradecimentos: 0
    Concordo com vc Eduardo, quando fala sobre equilíbrio tonal.

    Quase 100% dos sistemas com sub que já vi e escutei, além de relatos de pessoas que dizem já ter testado, são de sistemas desequilibrados

    De que adianta vc fazer um sub que desce a 18hz com 116dbs, se o resto do sistema está tocando com 90dbs?

    O sub tem que estar sempre com sua resposta em equilíbrio com os demais drivers do sistema.

    Sistemas desequilibrados são verdadeiramente fadigantes, seja o desequilíbrio nos sub-graves, graves, médios ou agudos

  8. #18
    A vantagem de pouparem-se aos falantes das colunas (caixas pré-fabricadas) da reprodução de 100 Hz abaixo é reduzir o vaivém dos cones; na reprodução das frequências de 100 Hz abaixo os cones dos falantes das colunas chegam a excursionar até mais de um centímetro para frente e para trás, com isso distanciando-se do ponto ótimo de desempenho dos falantes! Quer dizer, raciocínio para aqueles que acreditam que existe uma zona ótima de excursão além da qual as naturais distorções geradas pela mecânica, aumentam exponencialmente, e tornam-se audíoveis!

  9. #19
    Membro Avatar de iceratti
    Data de Ingresso
    Jan 2013
    Localização
    Serra Gaúcha/RS
    Mensagens
    126
    Agradecimentos: 0
    Concordo com o colega Holbein. Quando fiz o corte de 60Hz nas minhas torres de 2.5 vias, notei claramente elas respirando mais aliviadas, os médios e médio-graves ficaram mais naturais. Eu não abandono mais o set 2.1, mesmo fazendo um UP para caixas mais potentes.

  10. #20
    Membro
    Data de Ingresso
    Jan 2013
    Mensagens
    888
    Agradecimentos: 0
    Isso depende de uma série de fatores também. O projeto da caixa realmente pode fazer com que o cone dos falantes excursionem em demasia, ou mesmo o próprio conjunto mecânico dos falantes. Porém, um fator importante a ser mencionado é a potência. É assente que a alta corrente exerce influência substancial em relação ao controle do som, o que inclui o excursionamento do cone dos falantes.

    Nos casos em que corrente é pequena, e que o amplificador não consegue segurar as pontas quando toca as caixas, é bem comum haja excursionamento excessivo e, por consequência, se ouça distorção, bobina batendo, etc. Por isso que o corte em frequências mais altas pode melhorar esse fator, porque as frequências mais graves exigem mais dos amplificadores e, já em 60Hz, pode-se dizer que são relativamente mais fáceis de serem reproduzidas.

    Claro que não estou me referindo aos sets dos colegas, já que não os conheço, só estou expondo outra face de uma mesma moeda.

    No caso do Luke, pelo que conheço de seu sistema de alto rendimento, inclusive com crossovers ativos e várias amplificações, a brincadeira fica mais gostosa, e um subwoofer pode casar bem.

    Abraço!

Permissões de Envio de Mensagem

  • Você não pode iniciar novos tópicos
  • Você não pode enviar respostas
  • Você não pode enviar anexos
  • Você não pode editar suas mensagens
  •