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Tópico: Cabos de Caixas

  1. #21
    Desligado
    Data de Ingresso
    Jun 2012
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    Porto Alegre RS
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    499
    O Silvio - zerob - escreve (muito) bem, apresenta assuntos de alto nível, é extremamente inteligente.

    Este lugar fica menor sem a sua presença.

  2. #22
    Membro
    Data de Ingresso
    Jun 2012
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    Brasil
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    2,588
    Eu prefiro deixar de ler mil vezes o que o zerob postar sobre o mesmo tema, que ler, uma vez se quer, ainda mais de um adm de fórum, que tal assunto já foi por demais debatido.

    Fico aqui sem saber, então, o que seria um fórum de debates?
    Última edição por Luke; 17-12-12 às 08:44.

  3. #23
    Luke,

    Acho que não foi isto exatamente que o Eduardo quis dizer. O que está acontecendo é que, em diversos tópicos sobre equipamentos, o efeito placebo sempre explica parte das diferenças apuradas. Talvez não seja a intenção, mas começamos a ter uma visão que nada gera diferença. Ou seja, a solução do áudio praticamente poderia ser uma só. Acho que esta visão, ao meu ver, simplificada sobre a tecnologia de equipamentos, gera uma sensação também de preconceito, ou não?

    Mas, acredito que esteja certo no seu ponto de vista. Um fórum, sempre precisa estar aberto a qualquer tipo de opinião. Pode ter certeza, que não foi a ideia da administração bloquear ou censurar qualquer tipo de comentário.

    Holbein,

    Nem sempre o fato de não se comentar algo, não representa que o texto não teve importância. Os comentários de muitos usuários, inclusive o George, apresentam relatos e experiências que são um mapa para qualquer audiófilo no auxílio às suas experiências e descobertas. Como dito por muitos, o efeito placebo pode sim representar parte das explicações sobre áudio, mas duvido que chegaria a explicar tudo. Levar que todas as soluções, principalmente em cabos, chegam a mesma resposta, ao meu ver, acaba sendo uma visão simplificada sobre algo mais complexo, que envolve psicologia, tecnologia, sensibilidade, entre outros.

    Robinson

  4. #24
    Sinceramente acho que o Zerob estava em um dia deste que chutamos o pau da barraca, e o fez educadamente. Explico sobre o ponto de vista meu, que as vezes estou com os nervos a flor da pele que vivemos hoje neste Brasil, e isto se reflete até na nossa covivencia, de nos melindrarmos com amigos. Os malandros e ladrões só tem tempo para pensar em como roubar o trabalhador honesto, mas eles tem enfernizando nossas vidas de tal forma que isto termina até por nos deixar com o pavio curto, todo dia quero pegar um bandido, na realidade pegar um pela manha, outro a tarde, mais uma a noite, e deixar o outro amarrado para o outro dia. Não vi nada demais no que o Zerob disse, nem no que o Administrador falou, espero sinceramente que o o Zerob venha de novo participar do time, devemos discutir ao extremo nossas duvidas ou convicções, e na dúvida testar a realidade, mesmo que contra postulados clássicos. Os discorianos dizem que o caos e a ordem teem mesmo valor e são apenas expressão de nossa janela para o caos completo.
    Caro Zerob, se um dia vier por aqui em Fortal teriamos o maior prazer de lhe receber, para conversamos, ate tomar umas, escutar musica, e se for do seu desejo fazermos alguns testes com cabos.

    Holbein, caro mestre, vamos comprar a lã de rocha esta semana, tenho que fazer o basstrap.

  5. #25
    Membro
    Data de Ingresso
    Nov 2011
    Localização
    Londrina -Pr
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    130
    A principal semelhança que vejo entre o efeito placebo e as diferenças entre cabos, é que ambos existem, mas ninguem sabe ao certo como explicá-las.

    Como dizia Nelson Rodrigues, toda unanimidade é burra. O aprendizado vem da discordância, do questionamento, da dúvida.

    Estamos num fórum, em princípio democrático, onde todos podem expor suas idéias, questionamentos. O que não significa que não deva haver regras, além, óbvio, do respeito mútuo ao aceitar opiniões alheias.


    Geoge,

    "Caro Zerob, se um dia vier por aqui em Fortal teriamos o maior prazer de lhe receber, para conversamos, ate tomar umas, escutar musica, e se for do seu desejo fazermos alguns testes com cabos."

    Nesse mundo "cibernético e alucinante", essa é a parte que falta. O contato pessoal. A WEB é um meio de comunicação eficaz, mas muito frio. Criou-se o hábito, principalmente pelos mais jovens, de se escrever de qualquer jeito, o que torna a mensagem por vezes incompreensível.
    Abraços,

    Eder

  6. #26
    Amigo Luke,

    A questão não é essa.
    Um dos princípios deste espaço é evitar ao máximo a censura e qualquer intervenção na livre expressão dos seus participantes. Tanto que, apesar de não ter sido agressivo com o amigo Zero, ele o foi comigo, sua mensagem não foi retirada. Pelo contrário, fica aqui para que cada um possa fazer sua própria reflexão do assunto. A falta de conexão com o tema dessa discussão que temos agora também seria motivo para apagar as mensagens acima, mas preferimos não fazê-lo porque entendemos que pode parecer, novamente, censura, ou manipulação do espaço.
    Agora, quando criamos este espaço um dos principais objetivos foi esse, a manutenção da livre expressão, desde que ninguém seja ofendido.
    Por várias vezes o amigo Zero ofendeu pessoas aqui no Clube, mas nunca foi banido por isso, pelo contrário, sua saída foi decisão dele próprio. Apesar dele negar que o tenha feito, as mensagens estão lá, inclusive a que ele negou acima, e posso transcrevê-la se preferir, mas tenho certeza que todos perceberam estas manifestações.

    Sobre o meu comentário acima, foi feito justamente visando esse norte que demos ao site, o da livre expressão. Não é justo que cada vez que alguém ouça uma diferença com cabos, isto é placebo, se percebe uma mudança com uma troca de fusível, é placebo, se controla as vibrações e o sistema toca melhor, é placebo.
    Isso é um desrespeito àqueles que estão prestando seus depoimentos aqui e tentando agregar algo útil ao Clube. Eu também sou cético em relação a vários temas, mas procuro não desmerecer as experiências individuais.
    Estrategicamente, quando eu dizia isso, o amigo Zero partia em defesa de teses de um efeito que na própria página do citado autor era colocado em dúvida por outros profissionais. Meu objetivo não era discutir efeito placebo, mas tão somente pedir que, uma vez manifestada a sua opinião, ele não a repetisse em cada nova discussão sobre um determinado tema. Não sou médico, apesar de ter vários amigos que o são, e não me interessa discutir a teoria do efeito placebo. a idéia aqui é trocar experiências sobre áudio, e não ficar dizendo que experiências individuais são enganação de nosso cérebro.

    Há muitos anos quando alguém falava em cabos, eu achava um absurdo acreditar que eles poderiam fazer diferença. Hoje não tenho mais qualquer dúvida sobre isso. Eles fazem diferença e eu percebo nitidamente isso (mesmo sendo sutis). Ainda defendo que essa diferença é uma "equalização" proposital do fabricante para dar uma nova assinatura sônica ao cabo, e que os preços praticados em algum caso são absurdos. Mas, não nego hoje que diferenças existem.
    Eu negava isso, mas um dia coloquei um cabo no meu sistema e o pior é que o som mudou. Não foi placebo. É diferente eu querer me curar e alguém me dar um pílula de açúcar e eu achar que melhorei sim. É muito diferente. Eu não queria aquele resultado, mas o danado aconteceu.
    Imagine agora como eu e todos os amigos aqui se sentem quando dizem que notaram alguma diferença com um determinado componente e alguém entra na discussão dizendo que isso não é real, é enganação de nosso cérebro e quem não acredita nisso é porque não compreende o efeito placebo, aí enche a discussão de teorias e defesas do efeito citado, quando não é isso que está em discussão.

    Qualquer um aqui tem o direito de dizer: "Eu não percebo essa diferença" sem medo de ser censurado porque temos que proteger interesses de anunciantes ou de lojas próprias. Mas dizer: "Você não ouve isso" é algo bem desagradável.
    Conversei com um amigo que escreve para a Stereophile neste final de semana, e ele me comentou que já percebeu diferenças com fusíveis, mas que concordava comigo que um pedacinho de fio na entrada do transformador não parecia fazer muita diferença nos testes que ele efetuou, e sim a baixa qualidade dos fusíveis comuns, estes sim que teriam se mostrados ruins não só para aplicação em áudio, mas para outros usos.
    Ele comentou que sofria com um problema de travamento no computador dele, e isso era causado por um fusível de má qualidade que estava instalado na fonte.
    Ele acha que os fusíveis acrescentam ruídos elétricos se mal construídos, e até limitam a corrente em alguns momentos, pelo que o pessoal de laboratório da revista testou. Isso não acontece com todos os componentes de um mesmo lote, mas é bastante comum.
    Se alguém perceber isso, como ele percebeu, vai se incomodar se alguém dizer que foi ilusão da cabeça dele, e acabar perdendo o interesse em continuar participando de um grupo de discussão onde ele é indiretamente chamado de mentiroso, no bom sentido.

    Claro que o objetivo aqui é progredir nas discussões. A intenção é a troca de conhecimento e experiências. Mas, defender uma teoria médica com tanto fervor, apenas com o intuito de desmerecer uma experiência, não acredito ser o melhor caminho.
    Se você voltar um pouco em minhas mensagens vai perceber que não discuto a existência ou não do efeito placebo (apesar de ter ganho uma aula séria sobre o assunto de alguns amigos profissionais), e sim da utilização deste argumento em cada tópico onde alguém se manifesta sobre um assunto.
    Aplicaria-se aqui o efeito placebo? Aplicariam aqui as leis de magnetismo sobre a interferência magnética dos polos em nossas vidas? Aplicariam aqui as teorias químicas, físicas, etc?

    Muitos que aqui vieram participar este espaço pediram para jamais deixar que o Clube caia no comum de outros espaços sobre o mesmo tema que existem pelo mundo, onde mensagens são manipuladas, membros são expulsos ou tem suas entradas dificultadas em grupos de "miseráveis" como chamam por aí, que sejam levados a acreditar que o clube tem 10 ou 20 mil membros e num encontro não aparecem mais de 110 pessoas, onde interesses pessoas de lojas e anunciantes ditem o comportamento das discussões, onde membros "fantasmas" são criados para fazer propagandas de interesses pessoais, e muitos outros absurdos que talvez muitos aqui nem imaginem existir.
    Tentamos preservar aqui o bom relacionamento, o respeito, a liberdade e a honestidade deste espaço, e se um dia mudarmos isso, quanto à mim, podem me chamar de "safado" ou pior do que isso, porque serei mesmo.
    Agora é direito de cada um identificar-se com estas características ou buscar outro espaço que não as tenha.
    Desde o começo tenho tentado fazer vencer a idéia de um Clube sobre o conceito de um fórum comum, convencional da forma como conhecemos. A cordialidade, o respeito, a imparcialidade, a honestidade e a liberdade deste espaço serão sempre preservados, e por mais complicada que seja uma ou outra participação, sempre teremos a paciência de tratar cada um como alguém muito especial, e não praticando o simples exercício de clicar num ícone aqui e excluir um membro ou uma mensagem.
    Acho que inúmeros amigos aqui podem testemunhar sobre esta conduta que adotamos, transparente a todos, mas sempre tratadas com muito cuidado com cada participante.

    Espero que tenha entendido que nossa intenção foi apenas preservar as manifestações individuais, e não provocar a saída de quem quer que seja.
    Lá no início da página do fórum, que trata da criação e dos objetivos deste clube, essa idéia está bem expressa em alguns tópicos, e sempre estaremos abertos a sugestões de melhorias, pois este espaço é de vocês.

    Grande abraço,
    Eduardo

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  7. #27
    Robinson e George:

    - quanto a seu recado, George, estou a sua inteira disposição para "esta semana" resolvermos a tarefa da lã de rocha.

    - quanto ao "efeito placebo", Robinson, conto-lhe mais uma que conheci por meio da revista mensal "Audio Update" de priscas eras, editada em San Diego pela Sociedade de Audio de S.D.: um professor de eletrônica da Universidade de San Diego, na Califórnia, resolveu fazer um teste para detectar a partir de que valor em picofarad (um milionésimo de um milhão) posto "across" a entrada de áudio de um pré-amplificador, a partir de que valor um capacitor apresentaria ao ouvido humano DIREFENÇA no espectro de frequência de 10K a 20K;

    - foram escolhidos 10 alunos da cadeira de Eletrônica com idades menores do que 25 anos, entre os quais 6 moças e 4 rapazes (é sabido que as mulheres têm mais acuidade);

    - construiu-se uma chave em década de tal forma que permitia ao Professor permutar os "passos" sem que as alunas e alunos soubessem qual a capacitância posta "across" a entrada de áudio (mutatis mutandis,como acontece com cabos de interconexão, que "agem" como capacitores).

    Resumo e moral da história: quatro da moças acusaram notar diferença a partir do "step" "x"; três dos rapazes, a partir do passo "y", os três restantes, variaram.

    No dia seguinte, o técnico do laboratório de Eletrônica, auxiliar do Professor, foi limpar a "cena do experimento" e DESCOBRIU (valei-me meu santo padim pade ciço!!!), DESCOBRIU "solda fria" no contato à terra da chave em década!!!!!!!

    Quer dizer, ninguém poderia ter captado diferenças uma vez que a chave não estivera conectada...

    Ah! Ah! Ah!

  8. #28
    Desligado
    Data de Ingresso
    Jun 2012
    Localização
    Porto Alegre RS
    Mensagens
    499
    Citação Enviado originalmente por Eduardo Ver Mensagem
    Amigo Luke,

    Agora, quando criamos este espaço um dos principais objetivos foi esse, a manutenção da livre expressão, desde que ninguém seja ofendido.
    Por várias vezes o amigo Zero ofendeu pessoas aqui no Clube, mas nunca foi banido por isso, pelo contrário, sua saída foi decisão dele próprio. Apesar dele negar que o tenha feito, as mensagens estão lá, inclusive a que ele negou acima, e posso transcrevê-la se preferir, mas tenho certeza que todos perceberam estas manifestações.

    Grande abraço,
    Prezado Eduardo.
    Por gentileza, podes especificar o que entendes por "ofender pessoas"?
    Jamais notei nos posts do Silvio essa intenção.

    Abs,

    galvs

  9. #29
    Caro Eduardo,

    Quando alguém começa a fazer citações repetitivas aos colegas que eles não entenderam o que se quis dizer, apenas porque eles não concordam com a sua opinião, você está ofendendo a inteligência de quem escreve apenas para defender a sua posição. Posições são variadas sobre um mesmo tema, principalmente onde não existem conclusões definitivas sobre ele.
    O fato de alguém não concordar com a sua opinião não significa necessariamente que a pessoa tenha problemas de interpretação de leitura ou de falta de compreensão de um texto tão simples.
    Quando você também cita que médicos que não concordam com outro determinado médico sobre alguns detalhes de um certo tema (nunca foi dito aqui que o efeito citado não existe) são incompetentes, está ofendendo a capacidade profissional de pessoas sérias. Um amigo que leu este texto disse algumas coisas impublicáveis aqui, de tão ofendido que se sentiu por ser um profundo conhecedor do assunto e não ter o direito de ter a sua própria opinião sem que sua capacidade profissional seja colocada em dúvida.
    Quando você acusa alguém de querer defender uma marca de equipamento que possui apenas por ela não concordar com a sua opinião, também está ofendendo a idoneidade desta pessoa.
    Quando você diz categoricamente que alguém não ouviu algo que diz ter ouvido apenas para continuar defendendo a sua tese, você está ofendendo novamente a honestidade e a sensibilidade desta pessoa.
    Quando você diz que qualquer coisa que não possa ser medida só pode ser levada como mera diversão, está ofendendo a todos que estão participando de um teste sério, com dedicação, como se fossem crianças numa mera brincadeira.

    As pessoas ficam chateadas com isso, se manifestam, reclamam, denunciam e se afastam da discussão, como você deve ter observado numa delas onde ninguém mais participou das discussões do Zero. Não gosto deste tipo de isolamento, e acho até que o Silvio não merecia isso.
    Mas, você deve respeitar os demais participantes. Ele mesmo se desculpou em um determinado momento sobre isso, mas voltou a repetir o ato sistematicamente. Então a ofensa não foi algo subjetivo, ele mesmo percebeu.

    Cada um pode ter a sua opinião aqui. Mas, ao não concordar com a opinião de outro, não deve desmerecer a capacidade dissertativa, profissional, intelectual, perceptiva ou qualquer outra, pois estará ofendendo indiretamente as qualidades e virtudes individuais.
    É isso !
    Eduardo

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  10. #30
    Caro Holbein,

    Eu acredito nisso, porque também conheço algumas histórias parecidas, de arrepiar...
    Eduardo

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