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Tópico: Comentários em review da CAVI

  1. #1

    Comentários em review da CAVI

    Já não é a primeira vez que a Audio e Video Magazine critica os fóruns (e seus participantes) de áudio, mas ainda bem que eles existem, pois sem estes fóruns acabaríamos acreditando em tudo quanto é bobagem que apenas um ou outro veículo de informação publicasse.
    Informações são trocadas por frequentadores de fóruns, e não é difícil encontrarmos contribuições mais precisas que as próprias publicações especializadas.
    Recentemente li num fórum de carros que uma publicação impressa de respeito havia publicado uma reportagem de um carro citando uma característica dele como normal. Um membro do fórum, que se apresentou como mecânico da marca (não importa se era mesmo) comentou que aquilo era um defeito mesmo, e ensinou o que fazer para consertá-lo. Ou seja, ninguém sabe tudo, e ampliar informações é uma característica positiva que o a tecnologia tem nos trazido.

    Vejam o comentário publicado na revista deste mês:

    Sinto-me realizado quando um bom produto consegue essa trajetória de sucesso e reconhecimento, pois só assim atingimos o nosso principal objetivo, que é o de informar com imparcialidade e responsabilidade o que o mercado hi-end oferece, ainda que muitos desconfiem dos nossos reais propósitos e postem inverdades e tantas tolices nos fóruns sociais. Falando nisso, abro parênteses para contar um fato que fiquei sabendo através de um leitor que prestei consultoria recentemente, Depois de instalado o seu sistema e feito o ajuste fino da acústica e elétrica de sua sala, ele me confidenciou que antes de contratar meus serviços teve muita dúvida se o deveria fazer, pois havia lido em um fórum algo muito preocupante ao meu respeito! Contou-me que um leitor visitou uma revenda para escutar um equipamento testado por mim e, como ele não acredita em minhas avaliações, ouviu o produto e o achou ruim! Segundo esse leitor, quando o lojista viu que ele não compraria o produto, contou-lhe a seguinte história: “Caso você fique com ele, além de um belo desconto, saiba que este produto foi ‘turbinado’ para o teste da CAVI! Por isso ele recebeu notas tão boas!” Quis saber o nome do denunciante, e ele me disse que foi postado como anônimo! Uau! Pensei eu: ‘Que incrível’! Temos a mais impactante e espetacular denúncia de todos os tempos em que envolvemos toda a cadeia do mercado hi-end e não temos o nome da revenda, do revendedor, do modelo e da marca do produto que foi “turbinado”, e muito menos o nome do denunciante, que se esconde atrás do anonimato.
    Li recentemente na revista Galileu da edição de julho o texto de capa da revista que trata justamente deste tema: ‘Teorias da Conspiração’; sugiro a leitura, pois é muito interessante. Você encontrará as teorias envolvendo o 11 de setembro, o Climagate, a nova ordem mundial, a morte de Bin Laden, os Templários, o anticristo etc. E o artigo mostra por que as pessoas preferem acreditar em teorias da conspiração em vez de procurar saber a verdade! Para a neurociência, o cérebro humano tem a propensão intuitiva de justificar as criações de padrões. E uma vez aceito o falso padrão, vícios cognitivos da mente se repetem sempre. Essa tendência de formar padrões espúrios é mais forte em pessoas que se sentem sem controle da situação em que se encontram. E quem possui sensação de descontrole tem mais probabilidade de perceber e criar uma série de padrões ilusórios. Ideias extremistas ou distorcidas lançam raízes mais profundas quando seus seguidores buscam a companhia de quem pensa da mesma forma. Isso é como uma autodefesa, pois esses membros se sentem menosprezados ou hostilizados pelo mundo! E o artigo termina com a importante conclusão de que a melhor forma de combater as falsas teorias da conspiração é manter uma sociedade aberta ao diálogo e à transparência de seus propósitos. Bem, se pudermos de alguma forma ajudar esses “audiófilos anônimos” a mostrar que não existe nenhuma teoria da conspiração hi-end, e amenizar a sensação de se sentirem menosprezados, contem com o nosso apoio. Talvez audições diárias em sistemas hi-end bem ajustados os façam perceber que é muito mais proveitoso ouvir seus discos preferidos do que ficar horas e mais horas no computador, falando e pensando em teorias conspiratórias! Felizmente meu cliente percebeu o quanto aquela história era ridícula, e acabou comprando o sistema dos seus sonhos. Desculpe, amigo leitor, ter-me desviado do teste, mas tinha que compartilhar com vocês essa inacreditável história envolvendo o meu nome e a Editora CAVI.


    Não bastassem os já superficiais reviews da revista e as "historinhas" que agora frequentemente funcionam como introdução dos testes, e de suas defesas já cansativas, agora as pessoas são acusadas de "descontroladas".
    Lamentavelmente, esta é mais uma das comparações ridículas de uma publicação que já manipulou fotos, já avaliou recursos que não existiam em equipamentos e cometeu um monte de "enganos" em suas páginas.
    Se não fossem esses "desocupados" que escrevem em fóruns, como iríamos enriquecer nossos conhecimentos para tentar descobrir os mais de 200 produtos que a revista diz que testou, que são puros "placebos" que não servem para nada (apenas para levarem embora o nosso dinheiro) e que ela nunca se prontificou a revelar (porque será?). É revoltante ver a publicação agora se voltando contra os fóruns quando não cumpre o seu papel de bem informar.

    Deveria, esta publicação, evoluir um pouco em direção da realidade do mercado. Apesar da revista criticar o anonimato de quem afirmou isso, se é que realmente o fato ocorreu pois é um comentário bem estranho já que depõe contra a própria venda do produto (que vendedor diria algo assim como argumento de venda?), ela também mantém no anonimato o nome de quem fez o comentário, do vendedor que disse isso, da loja envolvida e onde foi publicado o fato. Ou seja, age da mesma forma.

    Eu, no lugar de tentar publicar mais uma defesa de sua metodologia de teste, e de tentar transformar o fato num complô envolvendo o nome do editor e da publicação, já que o que parece aqui é que quem teria agido de má fé foi o revendedor ou o fabricante, eu teria visto isso como uma real possibilidade, e tentaria aperfeiçoar as minhas técnicas de avaliação.
    Lembro que já comentaram que uma conceituada lista alemã compra os equipamentos de teste para evitar o problema acima sugerido. A própria Absolute Sound e a inglesa What Hi-Fi têm adquirido boa parte dos equipamentos direto de lojas, e a conhecida C-Net já se manifestou sobre o problema em suas páginas ao afirmar que: "É interessante notar que CNET obtém a maior parte de suas amostras para reviews diretamente dos fabricantes, geralmente através de um editor pedindo para um representante de relações públicas o modelo desejado. Isso, infelizmente, pode levar fabricantes a enviar amostras não representativas, ou mesmo alterar as unidades antes de serem enviadas, para ajudar a garantir avaliações mais positivas."
    Parece que a tal "teoria da conspiração" é mais real do que pode imaginar o autor do comentário acima.

    Eu me recordo quando trabalhava numa indústria automobilística, que havia uma verdadeira operação de guerra interna para descobrir o número de série do carro que a revista Quatro-Rodas adquiria para seus testes de longa duração. E da parte da revista, que também não ia nessa linha de "teoria da conspiração", havia uma preocupação muito grande de manter a compra da unidade adquirida em total segredo.
    A razão era óbvia... de posse do número de série do veículo, as autorizadas poderiam realizar "melhorias" ou tomar o máximo de cuidado e precauções quando o veículo era encostado para as revisões. Isso era fato que constava inclusive nas páginas da revista, ela mesmo mencionava esta preocupação. Será que o pessoal daquela revista também sofria de distúrbios psicológicos?
    É comum fabricantes e vendedores enviar amostras mais "perfeitas" de seus produtos, mesmo que tenha de "caprichar" um pouco mais, ou será que alguém duvida disso? Ou será que todos nós sofremos de distúrbios de auto-controle, de menosprezo ou de hostilidade?

    Incrível como se tentou no comentário colocar o fato como uma agressão direcionada a ele ou à revista. Porque ele se sentiu assim? Estranho, não?
    Se o tal fato realmente ocorreu, deveria ele, no mínimo, refletir sobre a melhor forma de evitar que o fato volte a acontecer ou que aconteça um dia.

    Quando escrevo os meus testes no Hi-Fi Planet, evito receber produtos de fabricantes ou importadores. Não que todos sejam desonestos e possam agir assim. Pelo contrário, sei que ainda existem pessoas honestas.
    Mas, não posso correr o risco de testar um equipamento "turbinado".
    Quando eu escrevia para uma publicação nacional, algumas vezes recebia equipamentos para teste. Curiosamente, recebi um equipamento certa vez que passou primeiro pela autorizada para uma "revisão de rotina" (tenho os emails para confirmar isso). Na época, eu fui o primeiro que pediu o equipamento para teste (segundo o próprio fabricante). Curiosamente ele foi primeiro para esta outra publicação, que acabou testando e elogiando um dos recursos do equipamento. Estranho que, quando o recebi para meu teste, o recurso estava desabilitado fisicamente pelo fabricante, que informou que isso foi feito porque ele ainda não havia sido disponibilizado aqui no Brasil.
    Acho que já dá para perceber que não existe nada de tão "conspirativo" assim...

    Respeito e editor da revista pela grande contribuição que ele deu ao mercado hi-end brasileiro, mas, ultimamente, ele tem se distanciado demais da linha que outrora lhe proporcionou este respeito, e em vez de entender as críticas como uma oportunidade de crescimento e evolução, acaba agredindo justamente aqueles que não dependem de anunciantes, patrocínios e não ganham com consultorias e revenda de produtos, apenas compartilham conhecimentos de medicina, psicologia, administração, engenharia, música e outros tantos em prol desta comunidade. Afinal, não estamos "perdendo o nosso tempo" aqui para publicar "inverdades e tolices".

    O espaço é aberto para quem quiser se manifestar, inclusive a revista, desde que feito com respeito e honestidade, sem "teorias conspirativas"...
    Eduardo

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    Audiofilia: Retroceder Nunca, Render-se Jamais

    www.hifiplanet.com.br

  2. #2
    Eduardo: "Respeito e editor da revista pela grande contribuição que ele deu ao mercado hi-end brasileiro, mas, ultimamente, ele tem se distanciado demais da linha que outrora lhe proporcionou este respeito, e em vez de entender as críticas como uma oportunidade de crescimento e evolução, acaba agredindo justamente aqueles que não dependem de anunciantes, patrocínios e não ganham com consultorias e revenda de produtos, apenas compartilham conhecimentos de medicina, psicologia, administração, engenharia, música e outros tantos em prol desta comunidade. Afinal, não estamos "perdendo o nosso tempo" aqui para publicar "inverdades e tolices".

    Quem terá escrito o texto? Com certeza não foi o DIRETOR / EDITOR. Com certeza pois conheço a prosa do Fernando, fui seu revisor...

  3. #3
    Caro Holbein,

    Pois é... as pessoas nos surpreendem às vezes. Também não esperava isso dele... mas foi ele mesmo.
    Eduardo

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  4. #4
    Me lembro de já ter lido algo sobre equipamentos serem " turbinados " quando enviados para avaliação da CAVI , talvez seja algo de " teoria da conspiração "... Pode ser , porquê não ?
    Mas de acordo com outra teorias , conspiratórias ou não , já se falou que as notas auferidas aos equipamentos , lá enviados , são encomendadas pelos representantes das marcas , logo não deveria haver motivo para o envio de aparelhos " turbinados " ...
    Conclui-se que , pelo menos uma das tais " teorias " é mentirosa , pois são conflitantes .

  5. #5
    Vou fazer uma pernóstica comparação:

    Numa foto de um policial espirrando spray de pimenta sobre um fotógrafo, alguém postou o seguinte comentário:

    - Queria ver aquele policial ali da foto saindo na mão comigo. Só nós dois, por uns 5 minutinhos apenas, sem armas.

    Muito fácil se colocar vítima de infundadas acusações de dentro de seu protegido castelo, armado de sua farda. O tal editor deveria vir aos fóruns e redes sociais e "sair na mão" com os injustos acusadores, provando a veracidade de suas avaliações e de suas teorias.
    Um Abraço,
    Marcello.


    - Ainda acho a qualidade da música mais importante que a qualidade do audio. Espero evoluir nisso um dia! -

  6. #6
    O difícil é provar com tantas páginas e mais páginas de contradições que são mensalmente publicadas...

    Me chateia isso. Uma pessoa que teve um papel tão importante no crescimento do áudio hi-end no Brasil se fechar assim em seu mundo e começar a publicar coisas como esta.
    Não é a primeira vez.
    Aproveite essas críticas para melhorar o seu trabalho e se aproximar mais dos seus leitores. Estes estão ficando em segundo plano, e não deveria ser assim.
    Eduardo

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  7. #7
    Outra pérola que acabei de ver nesta mesma edição:

    Existem situações no universo hi-end que são difíceis de entender até mesmo por quem é do mercado. Agora imagine para um pobre mortal que jamais ouviu falar de audiofilia e fica sabendo que um mísero cabo digital AES/EBU pode custar mais do que um carro!
    Um mísero cabo! Isso, como diria minha avó, ‘É dar a cabeça para o urubu comer!’, pois racionalmente não há como justificar o preço desse cabo!
    Outro dia, esperando uma consulta médica de rotina, li em uma edição da VEJA que 100 gramas de um caviar especial russo, em que os ovos são extraídos do peixe após uma ressonância magnética (procedimento que leva dois minutos, e depois a fêmea é colocada novamente no lago), dependendo da quantidade e qualidade deles, pode vir a custar 2.800 dólares para os grandes chefs de cozinha da Europa! Ou seja, alguns valores astronômicos não se explicam, mas, como a livre lei do mercado estabelece que o preço quem define é o próprio mercado (desde que existam consumidores dispostos a pagar por aquele produto), nós pobres mortais só podemos resignadamente aceitar que algumas coisas são para muito poucos! Foi sabendo previamente desse ‘detalhe’ que recebi para teste o novo cabo digital...

    Que introdução interessante para justificar um cabo digital que custa R$ 24.600,00 !!!!
    Claro que mais uma vez a revista recebe o cabo, testa e informa que o preço é sob consulta. Pois bem, eu consultei.
    Será que estes cabos também estão ameaçados de extinção para custar tão caro?

    Bem, de qualquer forma acho que esta afirmação abaixo explica tudo. Pelo menos, enfim, a resposta que tanto procurávamos:
    Ou seja, alguns valores astronômicos não se explicam, mas, como a livre lei do mercado estabelece que o preço quem define é o próprio mercado (desde que existam consumidores dispostos a pagar por aquele produto)
    Eduardo

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  8. #8
    Este personagem e sua revista, desde a primeira edição, qq um de bom senso poderia notar que estava para ser criada toda uma intrincada empresa/estratégia exclusivamente montada e voltada em benefício próprio.
    E fod@m-se os leitores (é o lema subjacente)
    Em todas essas revistinhas que tratam de hobbies tipo: carros, motos, equipos de áudio, fotografia, barcos, vinhos (e a lista é imensa).

    Lí inúmeros descalabros naquelas páginas (o MDF de alta densidade não sai da memória) e, de um determinado momento em diante, senti nojo do nome/presença da revista, dos termos e expressões áudiófilos que ela criava com o fim de captar novos desavisados, facilmente impressionáveis por termos tão audioeruditos, bacanas, e parei/ignorei qq coisa ligada a este pessoal.
    Muitos tb o fizeram.

    Mas não adianta: em qq lugar que se vá, loja, forum, bate papo com colegas etc sempre há 1 ou 2 carinhas que adoram dizer para impressionar, geralmente no meio de uma audição "puxa a organicidade e o corpo harmonico estão duca hein..."
    Hj em dia eu escuto isso mas os caras tb vão escutar algo de mim...

    Mas esta infeliz revista nunca esteve sozinha na prática destas estratégias: leio (ou lia) constantemente a TAS e a Stereophile e nos reviews se vc estiver de estomago cheio vomita...
    É muito cinismo junto.
    Uma conclusão de review, invariável: "o aparelho é tão bom, nunca ouvi nada igual que estou comprando o exemplar de teste para meu uso pessoal..." rsrsrs
    Ou seja ele estará "pagando" um merreca por aquele aparelho (isto se não o ganhar de graça).

    Exemplo concreto: o analog guy da Stereophile troca de TDs hiend, carissimos na mesma facilidade com que trocamos de cuecas!
    Todo ano ele possui pelo menos um maquinaço famoso e caro prá carvalho...
    Acompanho este sujeito (um dos poucos que ainda publica algo semi aproveitável) há décadas e ele NÃO é besta... mesmo.

    "a gente somos troxa mesmo..." (ou assim eles continuam pensando)

    Ou "conte uma mentira centenas de vezes e ela se consubstanciará na mais inatacável verdade" (autor: um monstro alemão...)

  9. #9
    Citação Enviado originalmente por VTR Ver Mensagem
    Este personagem e sua revista, desde a primeira edição, qq um de bom senso poderia notar que estava para ser criada toda uma intrincada empresa/estratégia exclusivamente montada e voltada em benefício próprio.
    E fod@m-se os leitores (é o lema subjacente)
    Em todas essas revistinhas que tratam de hobbies tipo: carros, motos, equipos de áudio, fotografia, barcos, vinhos (e a lista é imensa).

    Lí inúmeros descalabros naquelas páginas (o MDF de alta densidade não sai da memória) e, de um determinado momento em diante, senti nojo do nome/presença da revista, dos termos e expressões áudiófilos que ela criava com o fim de captar novos desavisados, facilmente impressionáveis por termos tão audioeruditos, bacanas, e parei/ignorei qq coisa ligada a este pessoal.
    Muitos tb o fizeram.

    Mas não adianta: em qq lugar que se vá, loja, forum, bate papo com colegas etc sempre há 1 ou 2 carinhas que adoram dizer para impressionar, geralmente no meio de uma audição "puxa a organicidade e o corpo harmonico estão duca hein..."
    Hj em dia eu escuto isso mas os caras tb vão escutar algo de mim...

    Mas esta infeliz revista nunca esteve sozinha na prática destas estratégias: leio (ou lia) constantemente a TAS e a Stereophile e nos reviews se vc estiver de estomago cheio vomita...
    É muito cinismo junto.
    Uma conclusão de review, invariável: "o aparelho é tão bom, nunca ouvi nada igual que estou comprando o exemplar de teste para meu uso pessoal..." rsrsrs
    Ou seja ele estará "pagando" um merreca por aquele aparelho (isto se não o ganhar de graça).

    Exemplo concreto: o analog guy da Stereophile troca de TDs hiend, carissimos na mesma facilidade com que trocamos de cuecas!
    Todo ano ele possui pelo menos um maquinaço famoso e caro prá carvalho...
    Acompanho este sujeito (um dos poucos que ainda publica algo semi aproveitável) há décadas e ele NÃO é besta... mesmo.

    "a gente somos troxa mesmo..." (ou assim eles continuam pensando)

    Ou "conte uma mentira centenas de vezes e ela se consubstanciará na mais inatacável verdade" (autor: um monstro alemão...)
    Este aí de cima, junto do Eduardo, Holbein e outros daqui eram os que eu queria ver saírem "na mão" com o tal articulista. Ia ser "divirtidido"!
    Um Abraço,
    Marcello.


    - Ainda acho a qualidade da música mais importante que a qualidade do audio. Espero evoluir nisso um dia! -

  10. #10
    Nunca iria me rebaixar em briga de tapas com um sujeito nulo desses.

    Por outro lado estive 1 única vez num HiFi Show para nunca mais voltar...
    Sairia de lá seguramente, numa outra eventual visita, para uma delegacia, hospital ou cemitério...
    Existem várias fuças que circulam nestes espaços BEM mais merecedoras duns tapas.
    Entidades responsáveis por inúmeros episódios altamente deselegantes, para dizer o mínimo.

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