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Tópico: Comentários em review da CAVI

  1. #11
    Não há esse tipo de sentimento.
    Acho que cada um sabe o que faz.
    A crítica é construtiva.

    Não é a intensão ofender até porque ninguém é perfeito, e acredito que ele pode fazer melhor do que isso.
    Eduardo

    ____________________________________________

    Audiofilia: Retroceder Nunca, Render-se Jamais

    www.hifiplanet.com.br

  2. #12
    Hoje faço a minha parte, cuido da minha vida: nem me lembro mais destes infelizes, que tanto mal causaram ao panorama de aúdio brasileiro.

  3. #13
    Não gente, vocês não leram o primeiro post meu?

    O "na mão" seria o sujeito, em vez de postar que é injustiçado nos fóruns, discutir aqui, no aberto, de igual para igual com pessoas com conhecimento.

    Protegido na sua publicação, em que o debate não é possível, é fácil de publicar o que quiser, inclusive que é perseguido nos fóruns.

    Não seria pancadaria, mas debate escrito e público, não ODIOFILIA!
    Última edição por mmbdp; 23-08-13 às 19:55. Razão: ODIOFILIA
    Um Abraço,
    Marcello.


    - Ainda acho a qualidade da música mais importante que a qualidade do audio. Espero evoluir nisso um dia! -

  4. #14
    Na mão ou no lápis na mão: uma "perca" de tempo irreparável...


  5. #15
    Citação Enviado originalmente por VTR Ver Mensagem
    Na mão ou no lápis na mão: uma "perca" de tempo irreparável...

    Ok.

    E esse tópico me confirmou acerca dos Termos Audiófilos.

    Minha sorte é ser leitor daqui e não "de lá"!
    Um Abraço,
    Marcello.


    - Ainda acho a qualidade da música mais importante que a qualidade do audio. Espero evoluir nisso um dia! -

  6. #16
    Faz tempo que parei de ler a revista, reconheço a importância inicial dela pela "criação" de uma metodologia para percepção do audio hiend,mas reconheço que ela direciona o mercado para critérios errados.

    Parei após ler num "classificado" ou carta do leitor, um sujeito pedindo a opinião sobre um aparelho Dartzeel (caríssimo e estado da arte na época),afirmava o leitor que tinha a possibilidade de comprar um aparelho usado por um preço muito abaixo do praticado aqui, e a resposta da revista dizia que não era pra comprar ,pois os aparelhos trazidos de fora por particulares vinham de avião, por isso sofriam uma alteração no resultado devido a um componente específico estragar, logo toda importação desse aparelho deveria ser feita de navio.

    Um amigo próximo, após tb ler aquilo , comentou comigo e resolveu ligar para o distribuidor para saber como os aparelhos vinham para O Brazil, logicamente que informaram que de avião. O que me levou a pré julgar que poderia haver algum tipo de interesse ou sociedade com aquela marca. Alguém receberia comissão ou é sócio?

    Parei e não li mais.

    Quem for colecionador desta revista poderia indicar o número desta publicação para confirmar os fatos.
    Última edição por TUTUBARAO; 23-08-13 às 21:13.
    Este mês repararemos um erro e descontaremos 500 reais do seu salário.
    -É que no lugar de ir trabalhar vc está lendo o que escrevo.

  7. #17
    Ler um troço destes dói mais que abscesso dentário...

  8. #18

  9. #19
    Fernando Andrette foi e continua a ser meu amigo pessoal; como jornalistas nos descaminhamos a partir do momento em que o "negócio" passou a prevalecer sobre o "hobby", a grife dos aparelhos sobre a qualidade musical, o áudio sobre a Música. E, jornalisticamente, nunca mais nos "encontramos".

    Quando dia desses recebi dele três números na nova revista "Audio Video Magazine" / Musician Magazine", agradecendo respondi-lhe a dizer entre outras coisas:

    "Parece que você voltou à situação do tempo do “Áudio & Vídeo”: uma revista de um nota só... de apenas um redator... No nº 183, você assina DEZ matérias (!), e o Castellan outra, e o Marino uma terceira. No º 184, repete-se a mise-em-scène, acrescida de mais um teste, o nº 4 e o Espaço Aberto, matérias que você também assina. Desconfio ainda de que você redige “Mailbox” e “Novidades” etc.

    Correção linguística, is the name of game para uma revista que quer pontificar, ou renovar e ser diferente da antecessora.

    Exemplos de impropriedades gramaticais: a correlação do advérbio TANTO é com QUANTO e não com como; e quem tem certeza tem certeza de alguma coisa e não ter certeza que... A frase seguinte do Editorial do nº 184 é lamentável: “... foram bem informados e tiveram a oportunidade de conhecerem...”


    Carta que ficou sem resposta nem mesmo telefônica.

    Ainda assim, continuo a ter o Fernando como Amigo, parte de nossas vidas (quatro anos) estivemos juntos a enfrentar grandes dificuldades, em especial depois da violência e arbitrariedade sofrida com o fechamento de um Audio Festival, que deixou o Fernando "quebrado" matarial e emocionalmente; e estive a seu lado até reerguermos a revista!

    Holbein.

  10. #20
    Citação Enviado originalmente por Leonardo Ver Mensagem
    Cai como uma luva aqui: http://www.ethanwiner.com/hi-fi.htm
    Este parágrafo final no link acima:
    "I contribute to many online audio forums, including those meant for audiophiles and home theater enthusiasts, as well as forums frequented by amateur and professional recording engineers. I'm often surprised by not only a lack of interest in how audio gear works, but also hostility expressed by some people towards science-based explanations. I'm curious to learn what changed since the old days that caused audiophiles to lose interest in the technical aspects of their hobby, and why. "

    É fácil responder a essa indagação do autor do texto: agradeçamos às publicações tipo TAS, Stereophile, CAVI e outras do mesmo quilate que com seus donos, editores e articulistas passaram a vender idéias exdrúxulas, todas cozidas nos caldeirões mágicos da ignorancia que passou a ser a tonica da sociedade consumidora a partir dos anos 70, tudo devidamente exportado para o resto do mundo pelos americanos do norte que desesperados viam a sua vaca ir para o brejo, tocada pelos japas (e coreanos mais recentemente) de plantão.

    Pergunta: alguem de nós se lembra duma articulista chamada Enid Lumley, da TAS?
    Pois é: toda esta loucura, desvario pseudo científico começou com ela, devidamente aplaudida pelo Sr. Harry Pearson, dono daquele pasquin audiófilo.
    Enid Loonybin, deveria ser seu nome.

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