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Resultados 21 a 30 de 107

Tópico: Clube KEF

  1. #21
    Citação Enviado originalmente por Pablo Albino Ver Mensagem
    Marcello, no seu mod da IQ30 vc percebeu alguma alteração nos agudos? Tenho um par aqui com umas 200 h e to tentando criar coragem para abri-la, mas minhas habilidades manuais não são muito superiores a de um chimpanzé!
    Leia este meu review sobre as IQ30 (http://www.clubehiend.com.br/forum/s...mpleto-e-fotos) depois de modadas. Com relação as altas, vc pode exercer um melhor controle sobre elas. A nível externo, usando cabos com um timbramento mais fechado, eletrônica que não dê demasiada ênfase nas altas, posição em paralelo das caixas, no ambiente em que ela está, procurar usar carpetes, cortinas de tecido e evitar vidros e uso de bases+spikes. A nível interno, melhor forração, rever o travamento e troca do cabeamento. As IQ30 modadas são outras caixas. Aqui elas são usadas no meu setup mch da seguinte forma. Em filmes na configuração 6.2 setadas em small com o corte em 80 ou 90 dependendo do filme e em shows mch eu uso com o meu pré da Esotech modado configurado para DTS Music amplificado pelo Yamaha, fica excelente. Abraços.

    OBS: Informe seu setup para que possa dar uma sugestão melhor.
    Última edição por cecelo01; 20-12-13 às 17:36.

  2. #22
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    Amigos, não sei quanto a vocês, mas já comentei por aqui que, para mim, as Q300 são caixas FECHADAS. Eu jamais atenuados as altas.

    Estou pelo Tapatalk, muito ruim de responder tudo, portanto, vou comentando tudo brevemente.

    Abraço a todos!

    PS.: minhas caixas descem brincando até 40Hz. Daí para baixo decaem muito, mas ainda ouço som em 30Hz

    Enviado de meu GT-I9300 usando Tapatalk
    Última edição por FelipeRolim; 20-12-13 às 21:46.

  3. #23
    Hoje em dia dentro da linha "Q" vc tem dois modelos distintos. Um modelo é a IQ30 (modelo anterior as Q300 e aperfeiçoado em relação a IQ3), que toca mais "aberto" porém com uma sensibilidade mais alta e com isso este modelo aceita uma diversificação maior de fontes de amplificação. Podemos citar por exemplo receivers a partir de 50 Wrms REAIS operando e sendo medido sua carga em cinco canais simultaneamente . Como hoje em dia a maioria das empresas mais comumente citadas não divulgam dados reais sobre sua fonte de amplificação, então no popular diria que receivers a partir de 75 Wrms já dariam conta do recado. Com relação as Q300, possuem um timbre mais fechado, apresenta esta característica em grande parte devido ao novo projeto do drive de altas, porém tem uma sensibilidade menor que as IQ30 e com isso requer uma amplificação mais forte. Em relação a receivers diria que a partir de 120 Wrms em medições (mascaradas) nos dias de hoje. Com relação ao projeto interno de acabamento, ambas apresentam as mesmas características e que precisam ser melhoradas através de modificações (mods). Com relação ao projeto interno de construção, são diferentes. A IQ30 apresenta um projeto de duas câmaras divididas, uma para as médias/altas e outra para as baixas com uma frequência de cross de 2.5 kHz e sensibilidade de 89db . Na minha opinião um projeto mais interessante na relação drives/cross/gabinete. Nas Q300 pelo que andei observando, o projeto foi desenvolvido em apenas uma câmara com uma frequência de cross de 2.5kHz e sensibilidade de 87db. Todo projeto foi apoiado tendo como base no desempenho dos drives (principalmente no de alta). Não estou dizendo que uma é melhor que a outra, apenas colocando que com relação a esta marca vc tem a possibilidade de escolher o modelo (timbre "aberto" sens. maior ou "fechado" sens. menor) conforme o seu gosto e sua eletrônica. Abraços.

    OBS: Só citei receivers (2ch. sem compromisso e mch), pois com integrados ou powers em estéreo as observações são outras.
    Última edição por cecelo01; 21-12-13 às 11:07.

  4. #24
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    Excelente explanação cecelo.
    Já ouvi as citadas iQ e Q e fostes certeiro, EMHO é claro.

    As Q vieram mudar um pouco a "linha tímbrica" da Kef, até então mais aberta ou analítica, característica que me agrada muito.
    Comecei com as XQ (20/40), caixas excelentes que tenho até hoje.

    Depois fiquei alguns meses com as R300, cujo timbre se aproxima mais da nova Q, mais fechado.

    Quando do lançamento das LS50 adquiri-as e tive a oportunidade de testar lado a lado as três books : XQ20, LS50 e R300.
    Para meu gosto pessoal, achei as LS simplesmente espetaculares, extremamente equilibradas, algo mais fechadas que as XQ mas mais transparentes que as R, das três citadas para mim a menos interessante.

    Mantive as XQ20 e as LS, em dois ambientes distintos para stereo, que me satisfazem plenamente.
    Tenho também um espaço de HT para a família, com as XQ40 como frontais.

    Sonho de consumo, as Blades...

  5. #25
    Citação Enviado originalmente por eduardo galvão Ver Mensagem
    Excelente explanação cecelo.
    Já ouvi as citadas iQ e Q e fostes certeiro, EMHO é claro.

    As Q vieram mudar um pouco a "linha tímbrica" da Kef, até então mais aberta ou analítica, característica que me agrada muito.
    Comecei com as XQ (20/40), caixas excelentes que tenho até hoje.

    Depois fiquei alguns meses com as R300, cujo timbre se aproxima mais da nova Q, mais fechado.

    Quando do lançamento das LS50 adquiri-as e tive a oportunidade de testar lado a lado as três books : XQ20, LS50 e R300.
    Para meu gosto pessoal, achei as LS simplesmente espetaculares, extremamente equilibradas, algo mais fechadas que as XQ mas mais transparentes que as R, das três citadas para mim a menos interessante.

    Mantive as XQ20 e as LS, em dois ambientes distintos para stereo, que me satisfazem plenamente.
    Tenho também um espaço de HT para a família, com as XQ40 como frontais.

    Sonho de consumo, as Blades...
    Pois é meu amigo, o objetivo é sempre ajudar. Particularmente sempre que faço um review procuro ser o mais imparcial possível, inclusive com as caixas que tenho. Não só mostro os erros, mas tb como elas podem ser melhoradas. Abraços.

  6. #26
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    Citação Enviado originalmente por eduardo galvão Ver Mensagem
    Excelente explanação cecelo.
    Já ouvi as citadas iQ e Q e fostes certeiro, EMHO é claro.

    As Q vieram mudar um pouco a "linha tímbrica" da Kef, até então mais aberta ou analítica, característica que me agrada muito.
    Comecei com as XQ (20/40), caixas excelentes que tenho até hoje.

    Depois fiquei alguns meses com as R300, cujo timbre se aproxima mais da nova Q, mais fechado.

    Quando do lançamento das LS50 adquiri-as e tive a oportunidade de testar lado a lado as três books : XQ20, LS50 e R300.
    Para meu gosto pessoal, achei as LS simplesmente espetaculares, extremamente equilibradas, algo mais fechadas que as XQ mas mais transparentes que as R, das três citadas para mim a menos interessante.

    Mantive as XQ20 e as LS, em dois ambientes distintos para stereo, que me satisfazem plenamente.
    Tenho também um espaço de HT para a família, com as XQ40 como frontais.

    Sonho de consumo, as Blades...
    O Que você não gostou nas R300?
    Ainda não ouvi, mas tirando isso só não gostei do preço

  7. #27


    FELIZ NATAL AOS COLEGAS DO CLUBE

  8. #28
    Olá, pessoal,

    Meu irmão acaba de pedir sugestão para um sistema bem básico. Ele não é audiófilo e possivelmente irá utilizá-lo muito mais ligado à TV, para ver filmes.

    Pensei em sugerir o Cambridge Audio 351A.

    Mas fiquei sem ideia sobre caixas.

    As KEF vão bem com amp Cambridge? Qual linha seria a indicada para o 351A ou eventualmente o 651A?

    Caso contrário, que outra marca de caixas poderiam sugerir?

    Saudações,

    João

  9. #29
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    João, acho mais fácil primeiro escolher as caixas e depois a eletrônica.

    As KEF não vão bem com Cambridge, na minha opinião, porque eles são muito analíticos, justamente o contrário do que essas caixas pedem.

    Qual modelo de caixa ele está pensando em comprar?

    Abraço

  10. #30
    Obrigado, Felipe.

    Pensei nas KEF Q300.

    A questão é que o orçamento é bastante limitado. Não sei se há tantas opções de eletrônica no mercado na faixa de preço dos Cambridge.

    Abraço,

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