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Tópico: Audio Analógico

  1. #51
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    Citação Enviado originalmente por luiz carlos Ver Mensagem
    Eu também faço gravações no meu tape deck- é um Gradiente ADD 300, acho que o último que a Gradiente montou. Eu tinha um deck Sansui com tração direta, mas está com defeito. Noralmente uso fita de cromo e de metal (ainda tenho 12 fitas Maxell de metal C 60 dentro da embalagem original). Gosto da gravação. Aliás, faço uma pergunta: Normalmente eu gravo com o Dolby B (o Gradiente tem também o Dolby C e o HXPRO, que é automático). Quando vou reproduzir, normalmente uso também o Dolby B. Como vocês fazem? Dartzeel, para gravar do youtube você liga o celular direto no deck com cabos RCA?
    Faz tempo que não faço gravações,mas eu ligava meu Tascam 122 MKII no segundo set,este ligado a TV via RCA,e do PC pra TV é via HDMI,quando aparece alguém que desce a lenha nas K7 eu boto pra tocar umas gravações que fiz e todos ficam mudos.Uso Dolbly B apenas em fitas de Cromo e Metal,nas de Ferro acho desnecessário,a não ser que seja gravações com muito agudo.

    Tenho uma fita que gravei,de Cromo,nova,uma das músicas é a Calypso 2 do Jean Michel Jarre,quem ouve cai de costas,chega a ser impressionante,o início dela é surreal,aquele barulho de mar agitado e gaivotas voando......

  2. #52
    Citação Enviado originalmente por Eduardo Ver Mensagem
    Magro, realmente ele é um exemplo de fanatismo absoluto, o que mais existe nesse hobby. Há por parte de alguns a necessidade de provar algo, de ter a concordância dos demais sobre a sua opinião, de impor o seu gosto.
    Infelizmente, eu vejo isso ocorrer mais no caso do vinil do que no digital. Não precisava ser assim. Eu gostaria muito um dia de participar de um dos excelentes encontros para audição no laboratório de acústica do Knirsch, mas eu também acho que eu não teria paciência para aquentar as "defesas radiciais" do vinil. Alguns colegas já me contaram que chega a ser chata a insistência.

    Depois disso e de muitas experiências que fiz com cabos, fusíveis hi-end, etc... essas contradições foram se mostrando cada vez mais presentes. E quem mais fervorosamente defende essas posições radicais, são os que normalmente mais caem em contradições.
    E isso é um saco, porque quando você prova o contrário, a primeira observação do persistente colega é de que o seu sistema tem algo errado, que algo não está bem ajustado, ou o seu equipamento não é um "master top das galáxias", etc. Aí fica cansativo.
    Boa tarde pessoal !

    Lembro dessa boa discussão que tivemos aqui e das palavras do nosso querido Eduardo não só aqui, mas no Hifiplanet onde tivemos oportunidade de discutir sobre isso. Discutir não, eu só perguntei e ele desenvolveu a ideia.

    Pois bem, hoje aconteceu um fato bizarro que já relatei lá no Hifiplanet para o Eduardo, mas eu estava na rua e escrevi meio porcamente pelo celular. Agora em casa consigo desenvolver melhor.

    Eu participo de um grupo de whatsapp onde o "Senhor do Vinil" (um dos admin) citado aqui neste tópico faz as suas aparições soltando as suas famosas "pérolas" sobre a superioridade mágica do vinil sobre o CD. O Eduardo também faz parte do grupo, mas parece que evita expor as suas opiniões lá hoje.
    Hoje aconteceu algo que quero compartilhar aqui pois coincide com muita coisa que foi dita nesta discussão.

    Em mais uma de suas experiências em seu "laboratório de som", o dono do tal CD player "fabuloso" (um Yamaha) usado para as comparações feitas pelo "sujeito" resolveu trocá-lo de tomada para usar uma fase dedicada separada do restante do equipamento.
    Ao fazer essa experiência, ele entrou no grupo e disse que teve uma "surpresa enorme" com o resultado, e pediu para o "amigo vinílico" relatar os resultados. (estou evitando nomes porque sei que o Eduardo se incomoda com isso)

    Bom, o comentário do cidadão defensor do vinil foi de que a "diferença foi chocante", com arejamento sonoro mais presente, melhor palco sonoro, uma naturalidade das vozes impressionante, presença física marcante, mais organicidade com micro dinâmica mais presente.
    Observem que estas mudanças "chocantes" foram sempre os argumentos dele da inferioridade do CD. Imaginem agora como seria com um SACD ou outros formatos de maior resolução.
    Ou seja, tudo que ele sempre criticou que faltava no CD (que para o infeliz representa tudo que é digital) apareceu de forma "chocante". E agora? Como ficam todos os artigos e os comparativos de mídia que ele fez no "laboratório de referência" que citavam limitações do formato, e que agora deixaram de existir porque simplesmente trocou o player de tomada? Ele influenciou opiniões, estabeleceu verdades que foram defendidas por ele com unhas e dentes até de forma arrogante e agressiva, e agora descobre que o sistema não estava funcionando direito por algum motivo qualquer de alimentação, e que o CD na verdade não tinha aquelas limitações. O Eduardo já tinha sugerido isso.

    Só sei que o grupo hoje foi motivo de risadas para outros colegas com quem conversei, e nos perguntamos, e agora? Ele vai refazer todos os comparativos, vai assumir a sua referência errada ou vai pelo menos apagar os artigos para não passar mais vergonha?

    O mundo dá voltas e cada vez eu percebo como o fanatismo cega as pessoas e aumenta a ignorância do hiend.

    Não estou aqui para defender o digital, criticar o vinil ou criar debates de formato, mas tão somente mostrar como o fanatismo é perigoso, e como as pessoas precisam aprender a ter um pouco mais de humildade. Se naqueles artigos e comparativos ele tivesse dito que gostava do vinil por um gosto pessoal, e não apontasse para os defeitos do CD que agora ele descobre não mais existir, não teria passado essa vergonha agora.

    Quando eu digo que a Clube do Audio nos deixou de herança um pessoal que parou no tempo e insiste em querer nos ensinar hiend (além daquele editor mais falso que uma nota de R$ 3,50 kkkk) , ninguém acredita. Não sou muito novo, mas sei que aprendemos todos os dias.
    Um laboratório que não tem os equipamentos corretamente instalados, um especialista em elétrica que descobre que a tomada tem problemas, um fanático por vinil que descobre que as deficiências do CD que ele relatava não existem, é.... sabem de tudo mesmo.

    Eu tinha que compartilhar isso aqui porque hoje foi um dia histórico, registrado "digitalmente" num grupo de whatsapp de "entendidos de áudio", e não sei se ele vai escrever um artigo se retratando ou não, mas agora o fato ficou público.

  3. The Following 2 Users Say Thank You to Marcio Lima For This Useful Post:


  4. #53
    Administrador Avatar de Eduardo
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    Aqui mesmo...
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    Márcio, eu pouco participo do grupo por falta de tempo e também porque ninguém aceita nada que não seja da adoração de uma minoria "nervosa"
    Mas, posso te garantir que o Jorge é um engenheiro competente e muito experiente. Ele tem o meu respeito e é um dos raros colaboradores daquela revista infeliz (que com o seu exército de "oportunistas comerciais" nos deixou esse triste legado) que fez um trabalho realmente sério.
    Esqueça !!! Melhor deixar pra lá.
    Vamos debater o analógico e aprender mais, e não julgar pessoas. Essas já aprenderam tudo...
    Eduardo

    ____________________________________________

    Audiofilia: Retroceder Nunca, Render-se Jamais

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